terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

EM BRIGA DE MARIDO E MULHER NINGUÉM METE



Zé Lezin e Cinderela, casal formado pelos personagens dos humoristas Nairon Barreto, paraibano, e Jeison Wallace, pernambucano, está em crise e decide discutir a relação. Teatro Boa Vista (Rua Dom Bosco, 551). Ingressos: R$ 60 e R$ 30 (meia-entrada), à venda na Figueira Calçados e na bilheteria. Informações: (81) 4101-3910.

Fonte: Pernambuco.com

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

explicações...

Boa noite á todos os leitores do blog "PALCO DE TEATRO", aqui quem escreve é o idealizador do mesmo Ellyson Martins, peço desculpas por não haver matérias publicadas durante vários dias, por motivos de falta de tempo e indisponibilidade não foi possível... além da minha pessoa estar tirando umas férias...desde já, adianto que á partir de amanhã já teremos matérias novas publicadas aqui! agradeço á todos pela compreemsão, um forte abraço continuem a visitar o nosso blog!

ELLYSON MARTINS-DIRETOR E IDEALIZADOR DO BLOG "PALCO DE TEATRO".

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Maratona do Janeiro começa nesta terça-feira Festival reúne 118 apresentações de teatro, dança e música, além de debates, oficinas e lançamentos

Na programação, o espetáculo: Besteiras (As Aventuras de Um Giullare Moderno).

Em quantidade de apresentações de grupos, companhias e artistas convidados, o Janeiro de Grandes Espetáculos é um dos eventos mais robustos para as artes cênicas e a música de Pernambuco. E nos últimos anos a qualidade também foi sendo cada vez mais valorizada, inclusive com a inclusão de montagens de outros países.

A 19ª edição do evento começa na terça-feira, dia 8, e segue até 27 de janeiro, com peças, performances de dança, shows, totalizando 118 sessões de espetáculos locais, nacionais e internacionais para adultos, crianças e na linguagem do teatro de rua, incluindo shows musicais, além de lançamentos de livros, seminário, debates, mesa redonda, palestras, sarau das artes, workshops, leituras dramatizadas, festas, entrega de prêmios e oficinas. 

Cantor e pianista petrolinense Zé Manoel é um dos destaques musicais, com show no Teatro Apolo.

O patrocínio é da Eletrobras/Ministério da Cultura, com incentivo do Funcultura/Governo do Estado de Pernambuco, Caixa Econômica Federal e Prefeitura do Recife, com apoio do Sesc Pernambuco, que permite a interiorização do projeto. Sendo assim, além dos teatros do Recife, o Janeiro chega a Olinda, Caruaru e, pela primeira vez, a Arcoverde. Os ingressos variam de R$ 10 e R$ 40, com meia-entrada para artistas, crianças, estudantes, professores e maiores de 60 anos, além de sessões gratuitas. A realização do Janeiro de Grandes Espetáculos é da Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco/Apacepe.

Fonte: Pernambuco.com

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Festival traz ao Recife espetáculos de teatro e dança de seis países Janeiro de Grandes Espetáculos divulgou atrações internacionais

Cena da peça Darkness Poomba, da Coreia do Sul.

Espetáculos de Portugal, Coreia do Sul, Itália, Dinamarca, Espanha e Argentina estão na programação do Janeiro de Grandes Espetáculos em 2013. O festival, que sempre faz uma retrospectiva anual das melhores peças de teatro e dança pernambucanas, com uma premiação dos melhores de cada ano, também tem investido em intercâmbios internacionais.

VEJA QUAIS SÃO OS ESPETÁCULOS ESTRANGEIROS, COM DATAS, LOCAIS E PREÇO DOS INGRESSOS DAS APRESENTAÇÕES:
O Desejado: Rei Dom Sebastião (Portugal) A montagem reúne atores pernambucanos e portugueses. No enredo, um grupo de cômicos ambulantes, comediantes de feiras antigas, conta esta fabulosa história sobre o sebastianismo luso-brasileiro. Nela, misturam-se imaginários de um Rei encantado, que vive adormecido, presente e vivo, como se de verdade fosse, e no seu castelo se guardasse à espera de um novo alvorecer. Desencantado, voltará para redimir o seu povo e um mar bravo se levantará e tudo e todos serão arrastados para a Ilha do Fim do Mundo... Pícara e burlesca, a montagem brinca com a poética do imaginário de dois povos. Texto, encenação, figurinos, cenografia e iluminação: Moncho Rodriguez. Música: Narciso Fernandes e Pedro Gracindo. Elenco: Pedro Giestas, Júnior Sampaio, Marta Carvalho, Eunice Correia, Catarina Rodriguez, Gilberto Brito, Márcio Fecher, Mário Miranda, Rafael Amâncio e Júnior Aguiar. Dias 8 e 9 de janeiro, às 20h30, no Teatro de Santa Isabel, R$ 20 e R$ 10; Dias 11 e 12 de janeiro, às 20h, no Sesc Caruaru (Teatro Rui Limeira Rosal), R$ 20 e R$ 10; Dia 17 de janeiro, às 20h, no Sesc Arcoverde (Teatro Geraldo Barros), R$ 10 e R$ 5.
Las Tribulaciones de Virginia (Espanha)Por mais de três anos e meio os irmãos Oligor estiveram fechados em um porão inventando traquitanas, máquinas, bonecos, brinquedos mecânicos e automatas animados por roldanas e pedais, envolvendo sua cidade na aventura desta criação. Só depois de muito tempo e graças a um curador do Festival de Barcelona, que se maravilhou com eles, os irmãos começaram a rodar o mundo com grande sucesso, contando a história de Virginia e Valentin. Também no seu porão, este casal nos confidencia uma história pessoal e verdadeira, de amor e desamor. Ator e diretor: Jomi Oligor. Apresentador e técnico: Pepe Oligor. Dias 10, 11 e 12 de janeiro, às 21h, no Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu), R$ 20 e R$ 10.
Tranquilli!!! (Itália)Direcionado a todas as idades, o espetáculo parte do conceito universal de tranquilidade para fazer rir e refletir sobre o ser humano que vive em função de uma sociedade estressante. Através de um personagem cômico, a obra rompe com o cotidiano frenético revelando seus momentos românticos e poéticos, extraídos do amor pela vida. Paulistano radicado na Itália desde 1995, e com estudos sobre a comicidade não verbal, André Casaca já foi levou este trabalho solo para vários países. Direção e atuação: André Casaca. Dia 12 de janeiro, às 17h, no Teatro Marco Camarotti. R$ 20 e R$ 10; Dia 24 de janeiro, às 20h, no Sesc Arcoverde (Teatro Geraldo Barros), R$ 10 e R$ 5
Bambolenat (Argentina)Espetáculo de teatro de sombras que apresenta desenho ao vivo e mistura dança com música eletrônica e étnica. Narrando o nascimento do homem e o surgimento de novos mundos tangíveis e intangíveis, a montagem convida o espectador a acompanhar o protagonista em uma viagem repleta de mistério, cor e sensações, onde o conflito primordial é entre o criador e o destruidor ou as tensões entre o homem e a natureza ou entre o humano e o divino. Com artistas de distintas áreas, o grupo investiga esta fusão híbrida como linguagem. Direção: Juan Pablo Sierra. Ator: Matías Haberfeld. Bonecos: Natalia Gregório. Desenhos: Ale Bustos. Música: Germán Cantero e Gabi Landolfi. Músico convidado: Douglas Felis. Técnica: Ale Naviliat. Voz: Nayma Garcia. Figurino: Lidia Benitez. Dia 10 de janeiro, às 20h, no Sesc Caruaru (Teatro Rui Limeira Rosal), R$ 20 e R$ 10; Dias 12 e 13 de janeiro, respectivamente às 21h e 19h, no Teatro Barreto Júnior, R$ 20 e R$ 10.

Branca Como o Jasmin (Dinamarca)A atriz dinamarquesa Iben Nagel Rasmussen evoca os espetáculos feitos pelo Odin Teatret de 1966 até os dias de hoje. Ela recorda e experimenta as várias mudanças vividas por sua voz, desde a [WINDOWS-1252?]“sala [WINDOWS-1252?]fechada” (que deixa os atores expressarem seu mundo interior) e os espetáculos de rua (o encontro com o mundo exterior), até o espaço criado pelas palavras através de seus significados e sonoridades. Na sua trajetória, constam 29 espetáculos do Odin Teatret Nordisk Teaterlaboratorium, além da direção de 14 outras montagens. Direção: Eugenio Barba. Atuação: Iben Nagel Rasmussen. Dias 19 e 20 de janeiro, às 19h, no Teatro Apolo, R$ 20 e R$ 10.

Darkness Poomba e Awake (Seul/Coreia do Sul) - Duas coreografias num só espetáculo.

Criações do coreógrafo, compositor e ex-rapper Kim Jae-duk, de apenas 23 anos, são duas obras em um só espetáculo, que trabalham com reinterpretações de melodias tradicionais, como o Poomba sul-coreano, ligadas a movimentos e sonoridades contemporâneas. O resultado combina dança e música interpretada ao vivo, com guitarra, base e drum set em tom geralmente melancólico. As performances são cativantes, passionais e até agressivas, transformando o teatro ora em estádio de rock, ora em festival de música e dança. Coreografia, direção, letra e composição: Kim Jae-duk.
Dias 22 e 23 de janeiro, às 20h30, no Teatro de Santa Isabel, R$ 20 e R$ 10
Dia 25 de janeiro, às 20h, no Sesc Caruaru (Teatro Rui Limeira Rosal), R$ 20 e R$ 10.


Labirinto de Amor e Morte (Portugal)O universo feminino desvendado como num sonho. A mulher numa história sem história de um amor morto. Do universo denso e úmido, profundo e cálido do amor feminino. A exposição crua da alma de uma mulher e da grandeza do seu amor... O desvendar da alma, o sacrifício e a purificação. A poética oculta do amor, da morte e ressurreição, das águas e das luas... Uma mulher só, diante do abismo do ser mulher. Texto: Nomar D’Alcantara. Encenação e design de luz, figurinos e cenografia: Moncho Rodriguez. Música e design de som: Narciso Fernandes. Voz e canto: Ana Farias. Interpretação: Marta Carvalho. Dia 19 de janeiro, às 20h, no Sesc Arcoverde (Teatro Geraldo Barros), R$ 10 e R$ 5. Dia 27 de janeiro, às 20h, no Sesc Caruaru (Teatro Rui Limeira Rosal), R$ 20 e R$ 10.


Fonte: Pernambuco.com

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Ney Latorraca


"Já nasci ator"


O leonino Antonio Ney Latorraca nasceu em Santos, litoral sul paulista, no dia 27 de julho de 1944, pesando 6 kg. Na cidade, Ney cursou o jardim de infância. Os pais, Alfredo e Nena, eram crooners de cassino e por isso não tinham moradia certa. Viviam em pensões, em várias cidades.Sua estréia como ator foi aos 6 anos, na rádio Record, numa participação com Maria Amélia e Zé Rubens, ídolos dos tempos das radionovelas. Desde então, o pequeno Ney já sabia que havia nascido para ficar em cena.
Como os cassinos já estavam fechados, seus pais se mudaram para São Paulo. A mãe, ídolo máximo do ator, passou a dedicar-se exclusivamente ao lar e o pai tornou-se funcionário da rádio e TV Record. Foi quando Ney iniciou o curso primário, no colégio Claretiano.
Em 1957, a família mudou-se para o Rio de Janeiro, onde Ney iniciou o primeiro ano ginasial no Colégio São Fernando, pago por uma amiga de dona Nena. Neste período, Ney só se dedicava aos estudos. Ainda assim, foi reprovado no primeiro ano.
No colégio, a veia artística do ator não estava adormecida. Enquanto os alunos recitavam, Ney tinha um número fixo: dançava frevo, com figurino próprio, "inclusive a sombrinha", faz questão de lembrar.
No ano seguinte, Ney decidiu voltar para Santos e prestar exame no Instituto de Educação Canadá. Foi quando o ator começou a encontrar seu verdadeiro caminho. Nesta escola, tradicional da cidade, Ney cursou o ginásio e o científico (atual segundo grau).
Com um grupo de amigos da escola, Ney formou o conjunto Eldorado, que fazia animação de festas e bailes. No grupo, além de cantor, Ney era também o líder. Na verdade, a carreira musical era a pretensão do garoto, que tinha os exemplos dos pais. O conjunto Eldorado fez apresentações por quase dois anos.
Mesmo estando mais animado no Instituto Canadá, Ney ainda não estava bem encaminhado nos estudos. Voltou a ser reprovado outras duas vezes, na 4ª série e no 1º ano do científico, sempre em matemática.
Em 1964, a montagem de uma peça teatral na escola chamou a atenção de Ney. Foi então que resolveu se inscrever para participar da montagem. Esta foi a estréia de Ney no palco, com a peça "Pluft, O Fantasminha", de Maria Clara Machado, dirigida por Serafim Gonzales.
A montagem fez um grande sucesso. Saiu dos limites do colégio, chegando aos ginásios. A grande imprensa reconheceu a importância da peça e do jovem ator. Ney estava então com 20 anos e já se achava preparado para fazer grandes papéis nos teatros da capital.
Foi quando decidiu subir a serra e procurar um emprego em "Depois da Queda". Como ambição não tem limites, Ney procurou por Flávio Rangel e Maria Della Costa com a intenção de substituir o ator principal, Paulo Autran. Não conseguiu satisfazer seu desejo. Não satisfeito com a negativa, com um batom escreveu no espelho do camarim de Maria Della Costa a frase: "um dia eu vou ser o seu galã".
E não desistiu. Procurou em seguida por Cacilda Becker e Walmor Chagas, que o receberam muito bem. Cacilda sugeriu que o então aspirante a galã fizesse o curso de artes dramáticas na USP, para ficar melhor preparado para grandes papéis. Conselho que Ney seguiu mais tarde.
Depois de falar com Cacilda Becker, em plena ditadura militar, Ney permaneceu na cidade para encenar "Reportagem de Um Tempo Mau", de Plínio Marcos, que fazia uma crítica ao regime vigente. A peça só foi apresentada uma vez. Foi censurada e o elenco preso. O registro de ator profissional de Ney data desta época.
Ney voltou para Santos e ingressou no Teatro da Faculdade de Filosofia de Santos (TEFF), onde permaneceu de 1965 a 1966. Lá, encenou três peças: "A Crômica" e "O Cristo Nu", de Carlos Alberto Sofredini, e "A Falecida", de Nelson Rodrigues.
Em 1967, Ney entra para a Escola de Arte Dramática da USP (EAD). Primeiro aluno da turma, formou-se em 1969 com nota 10 em drama e comédia. Recebeu um prêmio especial por não ter faltado nenhum dia às aulas, comportamento bem diferente do tempos idos do ginásio e colégio. A madrinha de formatura foi Marília Pêra.
Enquanto estudava, Ney morava em pensão e trabalhava durante o dia. Foi bancário, balconista e gerente de loja de roupas e vendedor de jóias. Até que conseguiu alugar um pequeno apartamente para morar sozinho em São Paulo.
Também em 69, encenou "O Balcão", de Jean Genet, dirigido por Victor Garcia. No ano seguinte, apresentou-se no musical "Hair". Desde então Ney apresentou outras 15 peças .Ganhou vários prêmios e muitas outras indicações.
A estréia no cinema e na TV também foram em 1969, com "Audácia, a Fúria dos Trópicos" e "Super Plá", respectivamente. Este último estrelado na extinta TV Tupi. Mas o reconhecimento popular chegou mesmo em 1974, quando fez sua estréia na Rede Globo, na novela "Escalada", de Lauro César Muniz.
Atualmente, Ney Latorraca - juntamente com Marco Nanini - detém o recorde mundial, segundo o Guiness Book, de apresentações de uma peça com o mesmo elenco. O marco foi conseguido com "O Mistério de Irma Vap", de Charles Ludlan, dirigida por Marília Pêra. A peça ficou onze anos em cartaz, percorreu as principais cidades do Brasil e foi vista por mais de 2,5 milhões de pessoas.
Na TV, Ney é contratado exclusivo da Rede Globo até o ano 2001. Na emissora, deve fazer novelas e especiais. Em abril, vai fazer sua estréia como diretor de cinema com o média-metragem "Café com Leite", uma produção da HBO.



1964 - Reportagem de Um Tempo Mau
1965 - A Crônica
1965 - O Cristo Nu
1966 - A Falecida
1967 à 1969 - EAD (Escola de Arte Dramática da USP - São Paulo)
1969 - O Balcão
1970 - Hair
1972 - Quanto Mais Louco Melhor
1972 - Jesus Cristo Superstar
1973 - Jogo do Crime ou O Misterioso Caso de Mister Morgan
1973 - Bodas de Sangue
1974 - O Que Você Vai Ser Quando Crescer
1974 - Orquestra de Senhoritas
1975 - A Mandrágora
1979 - Lola Moreno
1979 - Afinal... Uma Mulher de Negócios
1982 - Othello
1983 - O Rei Lear
1986 - O Mistério de Irma Vap
1994 - O Médico e o Monstro
1995 - Don Juan
1996 - Quartett
1999 - O Martelo
2000 - 3 X Teatro
 
 1964 - Reportagem de Um Tempo Mau
Autor: Plínio Marcos
Direção: Plínio Marcos
Elenco: Valderez de Barros, Leonardo Lopes e todos os integrantes da Companhia do Teatro de Arena de São Paulo
Estréia: Teatro de Arena de São Paulo
"Denúncia sobre os fatos que ocorreram na época do golpe de 64. A Peça teve apenas uma apresentação, foi censurada e o elenco preso"
 1965 - A Crônica
Autor: Carlos Alberto Sofredini
Direção: Carlos Alberto Sofredini
Elenco: Jandira Martini, Eliana Rocha, Rubens Ewald Filho e integrantes do TEFF, Teatro da Faculdade de Filosofia de Santos
Estréia: Teatro Independência de Santos
"A peça fala dos sentimentos através das cores. Prêmio de melhor ator"
 1965 - O Cristo Nu
Autor: Carlos Alberto Sofredini
Direção: Carlos Alberto Sofredini
Elenco: Carlos Alberto Sofredini, Jandira Martini, Eliana Rocha, Rubens Ewald Filho e integrantes do TEFF (Teatro da Faculdade de Filosofia de Santos)
Estréia: Teatro Coliseum de Santos
"História de Cristo passada numa vila da cidade de Santos. Prêmio de melhor ator"
 1966 - A Falecida
Autor: Nelson Rodrigues
Direção: Celso Nunes, sob supervisão de Antunes Filho
Elenco: Jandira Martini, Eliana Rocha, Rubens Ewald Filho e integrantes do TEFF
Temporada: Estréia no Teatro Independência e depois Teatro Coliseum de Santos, Teatro Maria Della Costa e uma apresentação no Municipal, São Paulo.
"História de uma mulher simples que sonha com enterro de luxo. Prêmio de Melhor Ator"
 1967 à 1969 - EAD (Escola de Arte Dramática da USP - São Paulo)
Direção Geral: Alfredo Mesquita
"Formou-se em primeiro lugar com nota máxima em Comédia e Drama. Prêmio de Freqüência por nunca ter faltado às aulas durante todo o curso"

Trabalhos na Escola:
O Burguês Ridículo, de Molière
Direção: Alfredo Mesquita.
A Lição, de Ionesco
Direção: Ney Latorraca.
Entre Quatro Paredes, de Jean Paul Sartre
Direção: Paulo Hesse.
Balada de Manhattan, de Leo Gibson Ribeiro
Direção: Paulo Hesse.
As Alegres Comadres de Windsor, de Shakespeare
Direção: Alfredo Mesquita.
Hamlet, de Shakespeare
Direção: Maria José de Carvalho.
Pedro Pedreiro, de Renata Palotini e Chico Buarque
Direção: Silnei Siqueira.
Exercícios Americanos, de Jean Claude Italie
Direção: Ademar Guerra.
 1969 - O Balcão
Autor: Jean Genet
Direção: Victor Garcia
Elenco: Raul Cortez, Ruth Escobar, Carlos Augusto Strasser e outros.
Estréia: Teatro Ruth Escobar, São Paulo.
"Uma alegoria da humanidade e o poder dos seus representantes legais"
 1970 - Hair
Autores: Gerome Ragni, Gal MacDermot e James Rado.
Direção: Ademar Guerra.
Elenco: Armando Bogus, Aracy Balabanian, Altair Lima, Nuno Leal Maia, Helena Inês, José Wilker, Antônio Fagundes, Ricardo Petraglia, Sônia Braga, Ariclê Peres, Denis Carvalho, Ivone Hoffman, Carlos Alberto Riccelli, Rosa Maria, Neuza Borges, Edir Siqueira, e outros.
Estréia: Teatro Bela Vista, São Paulo indo depois para o Teatro Aquarius, atualmente Teatro Zácharo e Teatro Novo, Rio de Janeiro.
"Retrato do Movimento Hippie versus Guerra do Vietnam"
 1972 - Quanto Mais Louco Melhor
Autor: Joe Orton
Direção: Walmor Chagas
Elenco: Walmor Chagas, Lilian Lemmertz, Ruth Escobar, Fred Klimman.
Estréia: Teatro Cacilda Becker, São Paulo.
"A peça fala da troca de irmãos gêmeos"
 1972 - Jesus Cristo Superstar
Autor: Andrew Lloyd Webber e Tim Rice
Direção: Altair Lima
Elenco: Eduardo Conde, Maria Cecília Camargo, Stênio Garcia e outros.
Estréia: Teatro Aquarius, atual Teatro Zácharo em São Paulo.
"Ópera Rock, versão moderna da vida de Cristo"
  1973 - Jogo do Crime ou O Misterioso Caso de Mister Morgan
Autor: Antony Shaffer
Direção: Antunes Filho
Elenco: Sérgio Viotti
Estréia: Teatro Itália em São Paulo.
"Suspense em torno de um assassinato"
 1973 - Bodas de Sangue
Autor: Garcia Lorca
Direção: Antunes Filho
Elenco: Maria Della Costa, Márcia Real, Jonas Mello e outros.
Estréia: Teatro Itália em São Paulo
"Assassinato do noivo no dia do casamento, assistido pela mãe"
 1974 - O Que Você Vai Ser Quando Crescer
Autor: Criação Coletiva
Direção: Silnei Siqueira
Elenco: Jandira Martini, Eliana Rocha, Ileana Kwazinsky, Francarlos Reis e Vicente Tuttoilmundo.
Estréia: Teatro Ruth Escobar em São Paulo.
"Jogos e exercícios teatrais a partir de situações dramáticas"
 1974 - Orquestra de Senhoritas
Autor: Jean Louis
Direção: Luiz Sérgio Person
Elenco: Paulo Goulart, José Pompeu, Laerte Morrone, Odavlas Petti e outros.
Estréia: O espetáculo inaugurou o Auditório Augusta em São Paulo.
"Seis senhoritas que se apaixonam por um pianista. Indicação para o prêmio Molière de melhor ator"
  1975 - A Mandrágora
Autor: Maquiavel
Direção: Paulo José
Elenco: Dina Sfat, Paulo José, Toni Ferreira, Telma Reston e outros.
Estréia: Teatro Casa Grande e depois Teatro Dulcina no Rio de Janeiro.
"Poção mágica extraída de uma planta transforma rapaz em eterno amante"
 1979 - Lola Moreno
Autor: Bráulio Pedroso
Direção: Antônio Pedro
Elenco: Lucélia Santos, Grande Otelo, Elza Gomes, Diogo Vilela, Osvaldo Louzada, Betina Viane, Guilherme Karan e outros.
Estréia: Teatro Ginástico no Rio.
"Revista Musical, versão brasileira do clássico Nasce Uma Estrela. Indicação para o Prêmio Mambembe de Melhor Ator"
  1979 - Afinal... Uma Mulher de Negócios
Autor: Fassbinder
Direção: Walter Scholiers e Sérgio Brito.
Elenco: Renata Sorrah, Monah Delacy, Dema Marques e outros.
Estréia: Teatro dos Quatro no Rio de Janeiro.
"Mulher mata a família e enterra todos no quintal de sua casa. Baseada em fato real acontecido na Alemanha. Primeira montagem brasileira de uma peça de Fassbinder. Indicação Prêmio Molière de Melhor Ator"
 1982 - Othello
Autor: Shakespeare
Direção: Coletiva
Elenco: Juca de Oliveira, Cacá de Carvalho, Cacilda Lanuza, Christiane Hando e outros.
Estréia: Inauguração do Teatro Cultura Artística de São Paulo e depois percorreu várias brasileiras.
"Tragédia em torno do ciúme. Indicação Prêmio Molière Melhor Ator"
 1983 - O Rei Lear
Autor: Shakespeare
Direção: Celso Nunes
Elenco: Sérgio Brito, José Mayer, Fernanda Torres, Ariclê Peres, Yara Amaral, Paulo Goulart, Ary Fontoura e outros.
Estréia: Teatro Clara Nunes no Rio de Janeiro.
"Tragédia em torno da partida da herança do Rei"
 1986 - O Mistério de Irma Vap
Autor: Charles Ludlan
Direção: Marília Pêra
Elenco: Marco Nanini
Estréia: Teatro Casa Grande, no Rio de Janeiro
"Comédia vampiresca em torno de um casal e sua governanta, onde dois atores se revezam em oito papéis. Teatro do Ridículo. A peça permaneceu onze anos em cartaz, percorrendo todo o Brasil. Está no Guinnes Book por ser a peça que permaneceu mais tempo em cartaz com o mesmo elenco. Indicação: Prêmios Mambembe e Molière de Ator.
 1994 - O Médico e o Monstro
Autor: George Ostermann
Direção: Marco Nanini
Elenco: Karin Rodrigues, Ileana Kwasinsky, Eliana Fonseca, Otávio Mendes, Magda Pucci, Fernando Mendes.
Estréia: Teatro Cultura Artística e depois Teatro TUCA em São Paulo.
"Médico inventa poção mágica que o transforma em monstro. Clássico da literatura transformado em comédia. Teatro do Ridículo"
 1995 - Don Juan
Autor: Otavio Frias Filho
Direção: Gerald Thomas
Elenco: Fernanda Torres, Vera Zimmermann, Milena Milena, Edilson Botelho, Luis Damasceno, Ludoval Campos, Marcos Azvedo, Eleonora Prado.
Estréia: Teatro TUCA em São Paulo, percorrendo várias cidades do Brasil.
"Comédia em torno do mito Don Juan nos tempos atuais"
  1996 - Quartett
Autor: Heiner Müller
Direção: Gerald Thomas
Elenco: Edilson Botelho
Estréia: Teatro Fernanda Montenegro em Curitiba. Temporadas no Rio, São Paulo e várias cidades brasileiras.
"Versão contemporânea do romance 'As Ligações Perigosas'"

 1999 – O Martelo
Autor: Renato Modesto
Direção: Aderbal Freire Filho
Elenco: Ney Latorraca, Bárbara Bruno e Edilson Botelho
Estréia: Teatro Ruth Escobar, São Paulo
 2000 – 3 X Teatro
Autores: Anton Tchekov, Luigi Pirandello e Jean Cocteau
Direção: Édi Botelho
Elenco: Ney Latorraca 


Fonte: www.solbrilhando.com.br



quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

JESUS CRISTO José Pimentel encena Auto de Natal no Recife



Espetáculo gratuito tem apresentação única nesta quarta, às 20h, no Clube Português


Na Semana Santa, ele se entrega ao calvário de Cristo; no Natal, reconta o nascimento do Messias. O ator e diretor José Pimentel já faz parte do imaginário popular de Pernambuco como referência ao papel de Jesus, que interpreta há mais de 30 anos. Nesta quarta (19), ele volta a reviver as passagens bíblicas com a sua montagem Auto de Natal, cuja apresentação, única, acontece às 20h, no Clube Português do Recife. A entrada é gratuita.
Aos 78 anos, incansável, Pimentel reúne consigo um elenco de amigos, com nomes importantes das artes cênicas do Estado, para encenar o nascimento do Menino Deus. No elenco estão, entre outros, Renato Phaelante, Vanda Phaelante, Gabriela Quental, Fábio da Hora, Sérgio Pimentel, Buarque de Aquino, Roberto Emmanuel, Normando Roberto, Albemar Araújo e Marília Mendes. A mesma equipe que compõe o espetáculo da Paixão de Cristo do Recife.
O texto e a direção são do próprio José Pimentel. O enredo aborda os principais momentos do Natal, com uma dramaturgia não-linear. “Eu começo o espetáculo com a cena da última ceia, para que o público faça um reflexão sobre o momento e entendam o espírito e significado da história”, lembra o ator, que protagoniza a passagem. “É um texto meio Vestido de noiva, que brinca com o presente e o futuro.”

Fonte:JC On line

sábado, 15 de dezembro de 2012

Luiz Lua Gonzaga


Direção: Pedro Vilela. Questões do ser e viver no Nordeste sã oo mote do espetáculodo grupo Magiluth. O espetáculo reúne uma série de situações poéticas em homenagem ao Rei do Baião. Apresentações neste sábado, às 16h, no Parque Euclides Dourado (Garanhuns), às 20h, Praça da Matriz (Caetés); e neste domngo, às 16h, Parque Severino Montenegro (Caruaru), às 20h, Praça do Distrito de Pirituba (Vitória).

Fonte: Pernambuco.com