sábado, 11 de agosto de 2012
Espaçamento
Os bailarinos Cláudio Lacerda, Jefferson Figueirêdo e Juliana Siqueira exploram a arquitetura no espetáculo de dança Espaçamento. Sábado, com músicos ao vivo, e domingo, com composição eletrônica, às 19h, na Galeria Janete Costa (Parque Dona Lindu, Boa Viagem). Acesso gratuito.
Fonte: Pernambuco.com
O auto dos noventa e nove por cento
Direção: Geraldo Cosmo. Reconstituição cômica da história da universidade no Brasil, escrita por Oduvaldo Viana Filho na década de 1960. No palco, alunos do Grupo Teatral Se Der Certo Continua e Escola Municipal Casa dos Ferroviários. Sábado, às 20h, no Teatro Apolo (Rua do Apolo, 121. Bairro do Recife ). Ingressos: R$ 6. Informações: 3355-3320.
Fonte: Pernambuco.com
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
"ESTE LADO PARA CIMA- ISTO NÃO É UM ESPETÁCULO"- fotos do espetáculo
Foi sucesso absoluto na cidade de Belo Jardim-PE a apresentação do espetáculo "ESTE LADO PARA CIMA- ISTO NÃO É UM ESPETÁCULO", ontem ás 20:00, na Av. Dep. José Mendonça Bezerra, realizado através do projeto do Sesc- Palco Giratório.
Breve sinopse: A ordem e o progresso fundamentam o surgimento de mais uma cidade, e os seus habitantes vivem em razão do trabalho e sonhando com um futuro de felicidade, até que uma crise, causada pelos seus próprios dirigentes, se abate sobre essa metrópole ameaçando a ordem estabelecida, e esses mesmos dirigentes constroem o "mais avançado artefato de tecnologia humana" : A Bolha- que do céu vigiará tudo e todos, para manter as coisas como sempre foram.
O poder do mercado e o controle das relações humanas exercido por ele são discutidos com um humor anárquico neste trabalho da Brava Companhia, construído para apresentação em rua ou em espaços alternativos.
Confira agora, algumas fotos do espetáculo (obs: fotos do Facebook da prefeitura de Belo Jardim-PE).
Breve sinopse: A ordem e o progresso fundamentam o surgimento de mais uma cidade, e os seus habitantes vivem em razão do trabalho e sonhando com um futuro de felicidade, até que uma crise, causada pelos seus próprios dirigentes, se abate sobre essa metrópole ameaçando a ordem estabelecida, e esses mesmos dirigentes constroem o "mais avançado artefato de tecnologia humana" : A Bolha- que do céu vigiará tudo e todos, para manter as coisas como sempre foram.
O poder do mercado e o controle das relações humanas exercido por ele são discutidos com um humor anárquico neste trabalho da Brava Companhia, construído para apresentação em rua ou em espaços alternativos.
Confira agora, algumas fotos do espetáculo (obs: fotos do Facebook da prefeitura de Belo Jardim-PE).
terça-feira, 7 de agosto de 2012
sábado, 4 de agosto de 2012
Vestígios revisita pesadelos do passado, em temporada no Teatro Barreto Júnior
Vestígios revisita pesadelos do passado, em temporada no Teatro Barreto Júnior
Espetáculo estreia no próximo dia 11 e segue em cartaz até o fim de setembro
O
que você sabe sobre tortura? Que tipos de torturas você conhece?
Dirigidos por Antonio Cadengue, os atores Carlos Lira, Marcelino Dias e
Roberto Brandão mergulham neste universo de dor, conflitos e pesadelos
no espetáculo Vestígios, que estreia no próximo dia 11, no Teatro
Barreto Júnior. Com texto de Aimar Labaki, a montagem fica em cartaz
até o final de setembro, com apresentações aos sábados e domingos, às
20h. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Este projeto é
patrocinado pelo FUNCULTURA/2011/12, do Governo do Estado de Pernambuco.
Com
uma temática extremamente atual no País, tendo em vista as discussões
em torno de assuntos como a Comissão da Verdade e a Lei de Acesso à
Informação, Vestígios une um texto forte a um trabalho ousado de
interpretação por trás de passagens marcadas por violência tanto física
quanto psicológica. No enredo, apenas três personagens: dois policiais,
na função de investigadores e torturadores, vividos por Carlos Lira e
Marcelino Dias; e um professor universitário de história – o torturado,
interpretado por Roberto Brandão. Toda a peça é permeada por um clima de
suspense, a partir de uma narrativa clara e questionadora que reserva
revelações perturbadoras para o final do espetáculo.
“Vestígios é
uma peça que trata do rescaldo, do resíduo dos tempos de autoritarismo
mais recentes pelo que o Brasil passou, entre os anos de 1964 e 1985,
embora o País também tenha passado por outros momentos graves como no
Estado Novo, por exemplo. Não é a ditadura que está em questão, mas os
erros do passado que vêm à tona para que tragam lições para o presente e
o futuro. A proposta não é deixar o público atordoado, mas mexer com a
memória das pessoas falando do hoje, do ontem e do amanhã de uma forma
intensa”, explica Cadengue.
Desde fevereiro, o elenco esteve imerso em uma profunda pesquisa que
incluiu diversas leituras do texto de Aimar Labaki e de noticiários de
várias épocas, tanto do período da ditadura, quanto das décadas
seguintes, já que a trama se passa no final da década de 1990; além de
sessões de filmes como Terra em transe, de Glauber Rocha; Salò, de Pier Paolo Pasolini; e A história oficial,
do argentino Luis Puenzo. A partir da direção de movimento do bailarino
e coreógrafo Paulo Henrique, os atores construíram uma linguagem
corporal impactante que dá ritmo ao espetáculo.
Módulos espelhados projetados pela cenógrafa carioca Doris Rollemberg, compõem a cenografia dos três planos de ação de Vestígios,
enquanto diferentes sons e ruídos em harmonia contribuem para dar o
clima de suspense pela trilha sonora criada especialmente para o
espetáculo, pelo compositor paraibano Eli-Eri Moura. Por fim, figurinos
sóbrios de Anibal Santiago permitem aos atores Carlos Lira, Marcelino
Dias e Roberto Brandão vestirem seus personagens.
Esta é a primeira vez que Cadengue trabalha com um texto de Labaki, com quem organizou o livro A esfinge investigada, sobre a obra de Nelson Rodrigues, em 2007. Vestígios marca também o retorno da parceria entre o diretor e Carlos Lira, já que o último trabalho que fizeram juntos foi a peça O burguês fidalgo, de Molière, que ficou em temporada no Teatro de Santa Isabel, em 1988.
O dramaturgo e diretor Roberto Alvim pediu que Vestígios fosse
escrita para um projeto de nova dramaturgia encabeçado por ele no
Teatro Ziembinski, no Rio de Janeiro, em 2005. Texto sobre a tortura, a
peça trata da transição lenta, gradual e interminável da ditadura para a
democracia que, segundo Labaki, de certa forma, ainda está em curso.
Para o autor, embora seja um texto sobre a tortura, “é também um texto
sobre o lugar que a violência ocupa no nosso pacto social”. Cadengue
arremata esta questão finalizando: “Escolhemos enfrentar esse passado
não para apagá-lo, mas para nos reconciliarmos com ele e sairmos todos
redimidos”. O corpo esquece. A cabeça, essa não esquece, diz um dos personagens.
CARLOS LIRA
Apresenta
VESTÍGIOS
Ficha Técnica
Elenco CARLOS LIRA – Cardoso
MARCELINO DIAS – Marcos
ROBERTO BRANDÃO – Marcelo
Texto: AIMAR LABAKI
Direção: ANTONIO CADENGUE
Assistência de Direção: RUDIMAR CONSTÂNCIO
Cenografia: DORIS ROLLEMBERG
Figurinos: ANIBAL SANTIAGO
Trilha Sonora Original: ELI-ERI MOURA
Iluminação:
Direção de Movimentos e Preparação Corporal: PAULO HENRIQUE FERREIRA
Preparação Vocal: FLÁVIA LAYME
Programação Visual: CLAUDIO LIRA
Cenotécnica: MARC AUBERT
Assistência de Cenotécnica: KLEBER MACEDO, RAFAEL FIRMINO E FÁBIO FONSECA
Operação de Som: MARINHO FALCÃO
Operação de Luz:
Assessoria de Imprensa: MARINA ANDRADE
Fotografias:
Assistente de Produção/Contrarregragem: ELIAS VILAR
Projeto patrocinado pelo FUNCULTURA/2011/12.
Produção Geral: CARLOS LIRA
Mais informações para a imprensa:
Marina Andrade - 8802.5074/ marinacorreia20@gmail.com
Fonte: Espetáculo Vestígios (espetaculovestigios@gmail.com)
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Cynthia Falabella
Cynthia Lima Falabella (Belo Horizonte, 19 de Janeiro de 1972) é uma atriz brasileira.
É irmã da atriz Débora Falabella e filha do ator Rogério Falabella e da cantora Maria Olympia. Substituiu a irmã em algumas cenas da novela O Clone.
Biografia
Em 2002, bastaram cerca de quatro minutos no vídeo esperneando e gritando enquanto saía carregada de cena para que Cynthia conseguisse mais reconhecimento do que, até então nos nove anos de carreira no teatro.Chamada para substituir a irmã caçula, Débora Falabella a Mel de O Clone, que ficou uma semana no hospital tratando de uma meningite, Cynthia deu conta do recado.
Aquela não foi a primeira vez que as duas trocaram de papel. Débora já substituiu a irmã no teatro em 1998, como a Dorothy Gale de O Mágico de Oz, sem ninguém na platéia perceber.
No cinema, os trabalhos de Cynthia foram em O Quintal dos Guerrilheiros, curta-metragem de 2005; Os 12 Trabalhos (2006); Batismo de Sangue (2007) é 5 Frações de Uma Quase História (2007).
Em 2008, ela é a sua irmã dividem o palco em A Serpente, última peça escrita pelo dramaturgo Nelson Rodrigues.
Em 2010, retorna a televisão na série A Vida Alheia da Rede Globo, nesse mesmo ano esteve no filme Chico Xavier é esteve na peça de teatro TOC TOC (2010/2011). Ainda nesse mesmo ano ela assinou contrato com o SBT para atuar na novela Corações Feridos, novela que esta engavetada.
Em 2011, com o engavetamento da novela Corações Feridos, Cynthia volta para a Rede Globo na novela Aquele Beijo onde interpreta Estela, uma das antagonistas da trama.
Carreira
Televisão
Ano | Título | Papel | Notas |
---|---|---|---|
2001 | O Clone | Mel Ferraz/Monique | Participação especial |
2005 | América | Cidinha | |
2008 | Tempo Final | Andrea | Episódio: "Poseida" |
2010 | A Vida Alheia | Myrna | Episódio: "O Sequestro" |
2011 | Corações Feridos | Aline Almeida Varela | |
2011 | Aquele Beijo | Estela |
Cinema
Ano | Título | Papel | Notas |
---|---|---|---|
1998 | A Hora Vagabunda | Curta-metragem | |
2004 | Aqueles Dias | ||
2005 | Manual Para Atropelar Cachorro | Curta-metragem | |
2005 | O Quintal dos Guerrilheiros | Magali | Curta-metragem |
2006 | Os 12 Trabalhos | Gêmeas | |
2007 | Batismo de Sangue | Jana | |
2007 | 5 Frações de Uma Quase História | Lúcia | |
2008 | Quarto 38 | Mari | Curta-metragem |
2010 | Chico Xavier | Professora | |
2011 | Essa Maldita Vontade de Ser Passaro | Clara |
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