segunda-feira, 29 de abril de 2013

CAXUXA ENCERRA CIRCULAÇÃO COM APRESENTAÇÕES GRATUITAS EM OLINDA E RECIFE NESTE SÁBADO (4) E DOMINGO (5) Depois de passar por Jaboatão, Paulista, Ipojuca e Camaragibe, o musical “Caxuxa” encerra a circulação com apresentações gratuitas no Nascedouro de Peixinhos e no Sítio da Trindade



O musical Caxuxa, poesia e diversão para crianças de todas as idades, será encenado neste sábado, dia 04 de maio, no Nascedouro de Peixinhos, em Olinda, às 16h30 e no domingo, dia 05, no Sítio da Trindade, no Recife, mais cedo, às 16h. A circulação pela Região Metropolitana teve início em abril e encantou plateias em Jaboatão e Paulista, com duas apresentações em cada município e Ipojuca e Camaragibe. Ao todo são oito apresentações gratuitas para o público, dentro do projeto 8X Caxuxa, aprovado pelo FUNCULTURA.
            Toda a encenação se passa numa noite, na qual as crianças, ao invés de dormir, resolvem sonhar acordadas. “Caxuxa” dramatiza esses sonhos com muita leveza e alegria, e navega na ideia de que todo ser humano, de qualquer cor, idade, raça ou crença tem sempre o desejo de, em algum momento, se sentir outro, metamorfosear-se. Em cena, jogando com a simplicidade e a criatividade, e corporificando com graça essa criança brincante que há em todo ser humano, o talento das jovens atrizes Anaíra Mahin, Marina Duarte, Aninha Martins (que estreia no elenco substituindo Natascha Falcão) e Olga Ferrario é somado à experiência do ator e também diretor deste espetáculo, Cláudio Ferrario.  Juntos, eles vivem intensamente cada sonho com a certeza de que estes são reais e representam os desejos, a criatividade e a poesia de qualquer pessoa.
O texto original de “Caxuxa” é de Ronaldo Ciambroni, com adaptação e músicas de João Falcão. Cenário e figurinos de Fabiana Pirro em parceria com a equipe. Iluminação de Luciana Raposo. Direção musical de Adriana Milet. As coreografias foram criadas com a participação de todo o elenco e dos diretores, com a colaboração da bailarina Silvia Góes, do Coletivo Lugar Comum. A direção geral é assinada em dupla por Cláudio Ferrário e Lívia Falcão.
 “Caxuxa”, segundo Lívia, é um musical para todas as idades e conta a história de quatro crianças e um homem cego que vivem na rua transformando sua realidade através dos sonhos a cada momento, dando espaço e voz aos “outros” que sempre nos habitam como seres humanos. “Todos temos o desejo de vez em quando de nos sentirmos outro né?”, diz Lívia.

Fonte: duas companhias/Silvinha Góes

terça-feira, 23 de abril de 2013

Funarte e Cia Circo Godot de Teatro e Circo apresentam: Le Petit – Grandezas do Ser


 Le Petit – Grandezas do Ser
A peça ficará em cartaz no Teatro Hermílo Borba Filho até o dia 28 de abril, com apresentações aos sábados e domingos. Em seguida, seguirá em Turnê pela Itália.






Desde o dia 06 o público recifense pode prestigiar uma livre inspiração da Cia Circo Godot de Teatro para o mais lúdico personagem criado por Antoine de Saint-Exupéry. Trata-se deLe Petit: Grandezas do Ser. Dirigido por Quiercles Santana, o espetáculo ficará em cartaz no Teatro Hermílo Borba Filho até o dia 28 de abril, com apresentações aos sábados e domingos.

Nesta montagem, intitulada Le Petit: Grandezas do Ser, a Cia Circo Godot de Teatro apresenta um universo fabular em que a corrida contra o relógio, a fidelidade a um amigo doente e o medo da solidão são os princípios para ações que fundam uma narrativa lúdica e poética. A peça acontece como um filme mudo, sem o uso da palavra, com uma trilha sonora minimalista percorrendo o trabalho do começo ao fim, e propõe uma diversidade de imagens, sonoridades e situações.

Em cena, o ator italiano Damiano Massaccesi e três manipuladores. Mesmo sem ter uma única palavra pronunciada, o espetáculo diz muito ao público: sobre o viver, morrer e aprender a ser verdadeiramente companheiro do outro. Para fazer prevalecer uma atmosfera alegre e lúdica, Le Petit lança mão de todo um arsenal de ações, como malabares, equilibrismos, mágicas, acrobacias e brincadeiras.

Fundada há três anos no Recife por artistas brasileiros e italianos, a companhia apresentou já em seu primeiro trabalho uma qualidade cênica surpreendente, resultado de anos de estudos, empenho e dedicação. Circo Godot (2010), o primeiro feito, foi apresentado nas ruas da Grécia, Tunísia, Itália e Brasil. Na ocasião, Lucky e Pozzo, personagens de Samuel Beckett, serviram de pretexto para uma cena divertida e cheia de reviravoltas. Em 2011, a companhia apresentou seu segundo trabalho: “Besteiras (As Aventuras de um Giullare Moderno)”, contemplado com o Prêmio FUNARTE Myriam Muniz de Teatro. O projeto foi apresentado em importantes festivais da Itália e também fez turnê pela Europa, chegando agora ao Brasil através do 19° Janeiro de Grandes Espetáculos.

Contemplado com o Prêmio FUNARTE Myriam Muniz de Teatro, Le Petit: Grandezas do Ser é o terceiro trabalho da Cia Circo Godot de Teatro. A peça estreou em grande estilo, integrando a programação da 3ª Mostra Marco Camarotti. Após essa curta temporada realizada no Teatro Hermílo Borba Filho a peça seguirá em turnê pela Itália.

Seguindo a máxima
“Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos...”
Diante de uma frase tão profunda e inspiradora, impossível não ceder.
Ao se deparar com esta frase de Saint-Exupéry, Quiercles Santana, com sua sensibilidade artística de diretor, se viu no dever de promover a acessibilidade de cegos ao espetáculo. A atriz Andreza Nóbrega e a psicóloga Liliana Tavares são as responsáveis por levar a este público tão especial a audiodescrição do espetáculo. - As apresentações comaudiodescrição ocorrerão nos dias 11, 18 e 25 de abril.


FICHA TÉCNICA
Direção: Quiercles Santana
Dramaturgista: Ana Paula Sá
Ator: Damiano Massaccesi (Ator)
Manipuladores: Andrezza Alves, Flávia Fernanda, Rafaela Fagundes
Audiodescrição: Andreza Nóbrega e Liliana Tavares
Atirador Crítico de Sandálias: André Casaca e Dante Leonel 
Direção Musical: Kleber Santana
Direção de Arte: Ana Paula Sá, Andrezza Alves, Quiercles Santana
Iluminação: Luciana Raposo
Preparação de Clown: Andre Casaca
Preparação de Capoeira: Mestre Dendê
Preparação de Yoga: Swami Munindra Mohan
Programação Visual: Claudio Lira
Residência Artística e Pedagógica: Espaço Fiandeiros e SESC /PE
Assessoria de Imprensa: Moretti Cultura e Comunicação
Produção: Andrezza Alves
Realização: Companhia Circo Godot de Teatro

SERVIÇO TEMPORADA
O quê: Le Petit: Grandezas do ser
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho
Endereço: Rua do Apolo, 121 - Recife
Telefone: (81) 3424.5429
Quando: 06 a 28 de abril, sábados e domingos, às 16h
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) // R$ 10,00 (meia) //
Faixa Etária Indicativa: 08 anos
Duração: 60 minutos

Fonte: Andre Moretti-Assessoria de imprensa

terça-feira, 2 de abril de 2013

CAXUXA ESTARÁ DE VOLTA NESTA QUINTA (04 DE ABRIL) COM OITO APRESENTAÇÕES GRATUITAS



 O musical “Caxuxa” volta à cena nesta quinta (04/04), mas desta vez com muitas novidades, além de serem apresentações gratuitas em diversos lugares, ainda tem gente nova no elenco...

                Um convite à vida colorida a partir da beleza dos sonhos, vozes que brincam e cantam juntas e que trazem ao público a força de letras divertidas com frases como: “Tem que sonhar, porque senão fica chato!” Depois de encantar plateias lotadas em sua primeira temporada e nas apresentações realizadas em 2012, o musical “Caxuxa” volta à cena em espaços públicos, com oito apresentações gratuitas para o público, dentro do projeto 8X Caxuxa, aprovado pelo FUNCULTURA. A caminhada começa nesta quinta (04/04), às 16h30, no Espaço Criança Esperança – Cine Teatro Floriano, em Jaboatão dos Guararapes.
            A agenda segue no sábado, dia 06/04, também às 16h30, no Palco Cultural da Festa da Pitomba, também em Jaboatão. Dias 12 e 13 será em Paulista, no Teatro Paulo Freire. Dia 20 na Praça Pública de Camela, em Ipojuca e dia 21 no Ginásio Municipal de Camaragibe. Sempre às 16h30. Em maio continua: dia 04/05 no Nascedouro de Peixinhos, em Olinda, às 16h30 e dia 05/05 no Sítio da Trindade, no Recife, mais cedo, às 16h.
Toda a peça se passa numa noite, na qual as crianças, ao invés de dormir, resolvem sonhar acordadas. “Caxuxa” dramatiza esses sonhos com muita leveza e alegria, e navega na ideia de que todo ser humano, de qualquer cor, idade, raça ou crença tem sempre o desejo de, em algum momento, se sentir outro, metamorfosear-se. Em cena, jogando com a simplicidade e a criatividade, e corporificando com graça essa criança brincante que há em todo ser humano, o talento das jovens atrizes Anaíra Mahin, Marina Duarte, Aninha Martins (que estreia no elenco substituindo Natascha Falcão) e Olga Ferrario é somado à experiência do ator e também diretor deste espetáculo, Cláudio Ferrario.  Juntos, eles vivem intensamente cada sonho com a certeza de que estes são reais e representam os desejos, a criatividade e a poesia de qualquer pessoa.
O texto original de “Caxuxa” é de Ronaldo Ciambroni, com adaptação e músicas de João Falcão. Cenário e figurinos de Fabiana Pirro em parceria com a equipe. Iluminação de Luciana Raposo. Direção musical de Adriana Milet. As coreografias foram criadas com a participação de todo o elenco e dos diretores, com a colaboração da bailarina Silvia Góes, do Coletivo Lugar Comum. A direção geral é assinada em dupla por Cláudio Ferrário e Lívia Falcão.
 “Caxuxa”, segundo Lívia, é um musical para todas as idades e conta a história de quatro crianças e um homem cego que vivem na rua transformando sua realidade através dos sonhos a cada momento, dando espaço e voz aos “outros” que sempre nos habitam como seres humanos. “Todos temos o desejo de vez em quando de nos sentirmos outro né?”, diz Lívia.

Fonte: Duas companhias/ Silvinha Góes

domingo, 10 de março de 2013

TUDO É TUDO E NADA É NADA


Com pitadas de stand up comedy e show de humor, é a primeira experiência de Marcelo Serrado como autor, após 28 anos de carreira como ator. Teatro da UFPE (Cidade Universitária). Sábado, às 21h e 18h. Ingressos: R$ 70 e R$ 35 (meia-entrada), à venda na Esposende, bilheteria e ww.ingressorapido.com.br. Informações: 3207-5757.

Fonte: Pernambuco.com

segunda-feira, 4 de março de 2013

MENOPAUSA CONJUGAL


Uma brincadeira com o relacionamento conjugal, mostrando os problemas que os casais mais experientes enfrentam. No elenco, Jô Ribeiro, Reyson Santos e Thiago Ambrieel, no Teatro Paulo Freire (Av. Mal. Floriano Peixoto - Centro, Paulista). Domingo às 20h. Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada). Informações: (81) 3437-2866 e 9113-9879.

Fonte: Pernambuco.com

EM NOME DO JOGO


Numa trama com reviravoltas, Marcos Caruso é um escritor de romances policiais que propõe uma série de jogos ao amante de sua mulher, um cabeleireiro italiano, interpretado por Erom Cordeiro. Teatro da UFPE. Sábado, às 21h, e domingo, às 19h. R$ 50 e R$ 25 (meia-entrada). Assinantes do Diario de Pernambuco pagam meia na compra de até um par de ingressos. Informações: 3207-5757.

Fonte: Pernambuco.com

domingo, 24 de fevereiro de 2013

TEATRO





Ir ao teatro é, há milênios, uma atividade cultuada por grande parte da Humanidade. É uma forma de contar histórias e passar valores através da representação por meio de atores, bem como de contemplar a ação dos sentimentos, próprios ou alheios.

Dele derivam o nosso rádio, cinema e a televisão. Não é pouco!

Vamos então olhar as origens de palavras a ele relacionadas.

teatro – do Latim theatrum, do Grego theatron, literalmente “lugar para olhar”, de theasthai, “olhar”, mais  –tron, sufixo que denota “lugar”.

O sentido inicial de “prédio onde são realizados espetáculos” passou depois a ter maior alcance, designando peças, produção, a preparação de uma peça teatral em geral.

O sentido de “lugar onde transcorre a ação” se aplicou também aos feitos militares, daí o nome “teatro de operações” para uma área onde há luta armada.

ANFIteatro – Do Latim amphiteatrum, do Grego amphiteatron, “local de espetáculos duplo, com espectadores dispostos de ambos os lados do palco”, de amphí-, “dos dois lados”, mais theatron. Inicialmente os teatros possuíam assentos apenas no lado voltado para o palco. É ainda o caso da maioria ou todos os nossos teatros atuais. A disposição em anfiteatro é usada para estádios esportivos.

COMÉDIA – do Grego komoidia, “espetáculo divertido, comédia”, de komodios, “cantor em festas”, de komos, “festa, farra”, mais oidos, “poeta, cantor”.  

Comédia passou por uma fase em que era usada para designar “poema narrativo”, o que é a razão de o livro “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri, ter esse nome.  Quem leu sabe que ela nada tem de engraçado.

TRAGÉDIA – do Grego tragoidia, “peça ou poema com final infeliz”. Aparentemente deriva de tragos, “bode”, mais oidea, “canção”. E isso viria do drama satírico, onde os atores se vestiam de sátiros, com suas pernas cabeludas e chifres de bode. 

DRAMA – do Grego drama, “peça, ação, feito” (especialmente relativo a algum grande feito, fosse positivo ou negativo), de dran, “fazer, realizar, representar”.

PLATEIA – ao que tudo indica, deriva do Grego platea, “largo e plano”. Inicialmente designava o lugar onde ficavam os músicos e se estendeu depois, em prédios diferentes dos teatros gregos, à parte onde tomam assento os espectadores.

PALCO – do Italiano palco, “estrado, tablado”, do Lombardo palko, “trave, viga”. Seu sentido se estendeu depois ao de “tablado sustentado por vigas” e mais tarde a “estrado para apresentações artísticas”.

CENA – do Latim scaena, “palco, cena”, do Grego skena, de mesmo significado, originalmente “tenda, cabana”, relacionado a skia, “sombra”, pela noção de “algo que protege contra o sol”.

Existe um animalzinho cujo nome tem origem comum com esta palavra: é o esquilo, do Grego skia, “sombra”, e ourós, “cauda”. Dizia-se que sua cauda era tão ampla que podia provê-lo de sombra num dia quente.

PROSCÊNIO – é a parte anterior do palco, que se projeta para fora da cortina, e deriva do Latim proscenium, de pro-, “à frente”, mais scaena.

PEÇA – do Francês antigo pièce, do Frâncico pettia, “medida, porção, parte”.

ATO – uma peça teatral pode ter vários atos, palavra que vem do Latim actus, “algo feito, parte de uma obra, impulso”, de agere, “levar a, guiar, colocar em movimento”.

PÚBLICO – sem ele não há teatro. Vem do Latim publicus, “relativo ao povo”, de populus, “povo”. Também adquiriu o significado de “aberto a toda a comunidade”, em oposição a “privado”.

FÃS – e sem estes não há ator que sobreviva. “Fã” é um encurtamento de “fanático”, que veio do Latim fanaticus, “louco, entusiasta, inspirado por algum deus”, originalmente “relativo a um templo”, fanum. Quem não atendia a certas exigências  religiosas estava “à frente” do templo, ou seja, fora dele: profanum, que originou nosso “profano”.

CAMAROTE – é um diminutivo de “câmara”, derivado do Latim camara, “quarto com teto recurvo”, do Grego kamara, idem, de uma base Indo-Europeia kam-,  ”arco”.

CORO – do Latim chorus, “dança em círculo, grupo de pessoas que cantavam numa tragédia”, do Grego khoros, “grupo de dançarinos, dança, piso para dançar”, de uma fonte Indo-Europeia gher-, “rodear, enlaçar”.

A extensão de sentido de “dança” para “canto” se deu quando, em certos dramas, o coro passou a expressar verbalmente reflexões derivadas dos sentimentos morais e religiosos que faziam parte do enredo.

Fonte: Origem da palavra