sexta-feira, 11 de novembro de 2011

QUEM NÃO VIU, QUER VER, QUEM NÃO VIU...QUER VER DE NOVO!!! PEÇA TEATRAL "ESCUTA AQUI, SEU LADRÃO!",de Paulo Sacaldassy.


 
 
NOVA APRESENTAÇÃO!!!
Dia: 12 de novembro, 8 DA NOITE.
local: colégio Diocesano de Belo Jardim- rua Dr. Henrique Nascimento, 44-são Pedro.
Breve sinopse:
peça teatral de comédia, conta a estória de uma casal classe média, que são surpreendidos por um ladrão!
o
homem é medroso, e "gagueja" quando fica nervoso; a mulher é vaidosa e
de voz irritante e o ladrão é durão e emotivo...vale a pena conferir!
você vai morrer de rir!!!!

Entrada franca!!!! galera, é de graça!!!!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

COLETIVA XIV FESTIVAL RECIFE DO TEATRO NACIONAL

Será no dia 10 de novembro, às 11 horas, no Teatro Hermilo Borba Filho, e contará com a presença do coordenador do festival, Vavá Shön-Paulino, do gerente de Artes Cênicas, Roberto Lúcio, e da diretora de Desenvolvimento e Descentralização Cultural da FCCR, Luciana Veras.
Favor confirmar sua presença com a jornalista Flávia Melo, no telefone 8835.9379, ou pelo e-mail: flaviamelo@integrapernambuco.com.br

Anote na Agenda:
Coletiva de Imprensa do XIV Festival Recife do Teatro Nacional
Data: 10 de novembro de 2011 (quinta-feira)
Horário: 11h00
Local: Teatro Hermilo Borba Filho (Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife)

Fonte: Flávia-íntegra Pernambuco

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

nova reunião do grupo GUERREIROS DA ARTE


Hoje a noite, o grupo "GUERREIROS DA ARTE", voltou a se reunir, para tratar de assuntos sobre a peça que será apresentada neste sábado, dia 12- "ESCUTA AQUI, SEU LADRÃO!", de Paulo sacaldassy.
Foi definido que amanhã pela manhã, será feita a divulgação da peça nas salas do colégio diocesano, para que os alunos possam ficar sabendo do espetáculo. Durante a reunião, foi tirada a suposta foto oficial do grupo ( mas ainda não foi definida como oficial ), que está em anexo a esta matéria.
" temos muito trabalho a fazer em pouco tempo, tem divulgação pra fazer...mas curto período pra fazer isso...e há muita coisa á ser feita, como, separar as coisas do cenário, figurinos, iluminação...enfim, essas coisas que contra-regras nomalmente faria, mas como não temos um...!" comenta e brinca Ellyson Martins, diretor da peça.
O ensaio geral será na sexta-feira, dia 11, ás vésperas do espetáculo- "temos que manter o foco, e a empolgação também, não podemos deixar a poeira baixar, precisamos manter o entusiasmo da estréia, pois é isso que deixa o espetáculo bem mais vivo e rico de interpretação", diz Ellyson.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

2° APRESENTAÇÃO DA PEÇA TEATRAL "ESCUTA AQUI, SEU LADRÃO!", DE PAULO SACALDASSY


Será neste sábado, dia 12 de novembro, no colégio Diocesano de Belo Jardim, a 2° apresentação da peça teatral "ESCUTA AQUI, SEU LADRÃO!", do dramaturgo e escritor santista Paulo Sacaldassy, encenado pelo grupo teatral "GUERREIROS DA ARTE", da cidade de Belo Jardim-PE.
Foi confirmado e agendado hoje pela manhã, no próprio colégio, o grupo aproveitou ainda a ocasião da reunião para fazer o convite para a Secretária de Cultura e Paisagismo da referida cidade, para que possam desfrutar também do espetáculo.
Para quem ainda não viu, está em anexo a esta matéria a sinopse, fotos e trailer do espetáculo, e ainda os 2 trailers-chamada: 
Sinopse :
Do dramaturgo e escritor santista Paulo Sacaldassy, texto cômico, porém, com uma pitada de cenas dramáticas. Casal de classe média, como qualquer outro casal tem suas briguinhas de vez em quando, o homem, com o nome de Luís Alberto pode-se dizer que seja um homem impaciente, medroso, emotivo, cínico, nervoso, trajando calça jeans, camiseta comum, blazer, tênis “all star”. enquanto que a sua mulher Maria Lúcia seja uma mulher escandalosa, “fresquinha”,elegante, de voz irritante e “fanhosa”, mas, aparentemente calma, indecisa ás vezes, e destemida em qualquer situação (aparentemente), trajando como figurinos-1º: um vestido longo, com uma amarra para o busto, salto alto; 2º: uma saia,  camisa de alça, e jaqueta; 3º: calça jeans, outra camisa (de alça também, mas totalmente diferente da anterior), salto alto(diferente do 1º); 4º  : um pijama de estampa de bichinhos; e tem ainda o ladrão, com o nome vulgar de “Macarrão”, sujeito bruto, ignorante, sotaque de cara de favela, ágio e impaciente, “bad boy” de cara dura e fechada, mas, emotivo e sofrido, trajando o seguinte figurino: calça jeans, touca, camiseta do corinthians, Tênis "all star", blusão.
A ação (espetáculo) se passa no apartamento do casal, que são de classe média; estão se aprontando para sair e assistir a um espetáculo de teatro, porém a mulher é muito vaidosa, demora mais de trinta minutos para estar pronta, fazendo com que o esposo fique impaciente e nervoso, daí a campainha toca, Luís vai abrir a porta e é surpreendido por um ladrão, que logo começa a revirar o apartamento em busca de dólares, jóias e etc. O casal, então, começa a tentar confundir o ladrão falando que o apartamento é alugado, que eles não tem dinheiro pra nada, só pra pagar contas, o decorrer da peça vai ficando cômico com as reações de Luís Alberto, que fica a todo tempo com as mãos levantadas e gaguejando quando o ladrão está por perto ou lhe aponta a arma. O ladrão, por sua vez, é um cara sofrido, e começa a se emocionar no decorrer do espetáculo, enquanto que Maria Lúcia aparentemente está sempre calma, mas dando escândalo a cada momento. 
"Esperamos fazer  uma  apresentção ótima, como foi a 1°, do qual saiu tudo perfeito, algumas coisinhas, mas que não influenciaram em nada no espetáculo, contamos com um público cativo, como nossos amigos que não puderam comparecer na outra apresentação, poderão ter a oportunidade agora", conta o diretor Ellyson Martins.




Ficha técnica: Peça teatral "ESCUTA AQUI, SEU LADRÃO!", do dramaturgo e escritor Paulo Sacaldassy;
Gênero: comédia; 
Direção: Ellyson Martins;
Cenário e figurinos: Ellyson Martins;
Sonoplastia e iluminação: Alexsandra Viana;
Elenco: Ellyson Martins, como "Luís Alberto", Islane Souza, como "Maria Lúcia" e Igor Santos, como "Macarrão";
Local: Colégio Diocesano de Belo Jardim- Rua DR. Henrique Nascimento, 41 - São Pedro- 55150-000
DIA: 12 de novembro;
Horário: 20:00 (8 horas da noite);
Duração do espetáculo: aprox. 50 min. ;
Entrada franca.


segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Ontem, houve uma reunião do grupo teatral "GUERREIROS DA ARTE"

Neste domingo, 06/11/11, houve uma reunião do grupo teatral "GUERREIROS DA ARTE", a primeira desde a estréia da peça teatral "ESCUTA AQUI, SEU LADRÃO!", de Paulo Sacaldassy. Na ocasião, foi feita uma breve leitura branca da peça teatral "CADA UM SE VAIRA COMO PODE", também de Paulo Sacaldassy, a primeira impressão foi de que a peça é muito engraçada, mas no decorrer da leitura do texto, os integrantes foram ficando, de certa forma, abismados, pois o texto é um pouco forte para a cidade, há algumas cenas picantes, mas ficou pra ser pensado na possibilidade de ainda assim a peça ser levada ao palco, ainda durante a reunião foi definido que nesta terça-feira, 08/11/11, o grupo irá providenciar um novo local para outra apresentação da citada peça, o primeiro lugar a ser visitado para pedição será o colégio Diocesano de Belo Jardim- "esperamos conseguir o local, pois será muito bom pra gente, um local que fica bem no centro da cidade será de fácil acesso para o público, porém estamos pensando na possibilidade de fazer esta apresentação exclusivamente para os alunos do colégio, para fazermos a estratégia que fizemos no IFPE: teremos um público já garantido, e os que a gente conseguir chamar, que poderem ir, será lucro!", conta o diretor Ellyson Martins. Será definido dia e horário, portanto, vamos aguardar e torcer para que dê tudo certo, será uma ótima oportunidade para quem ainda não teve a oportunidade de poder assistir o espetáculo.
Em anexo a esta matéria, estão algumas fotos que foram tiradas durante a estréia do espetáculo, realizado no IFPE.



E para quem ainda não viu o trailer oficial da peça "ESCUTA AQUI SEU LADRÃO!", de Paulo Sacaldassy, produzido pelo grupo "GUERREIROS DA ARTE", está também em anexo, aqui abaixo:


domingo, 6 de novembro de 2011

Gianfrancesco Guarnieri


Gianfrancesco Sigfrido Benedetto Martinenghi de Guarnieri, mais conhecido como Gianfrancesco Guarnieri (Milão, 6 de agosto de 1934São Paulo, 22 de julho de 2006) foi um importante ator, diretor, dramaturgo e poeta ítalo-brasileiro, foi um artista de destaque no Teatro de Arena de São Paulo e sua mais importante obra foi Eles Não Usam Black-Tie.
Por conta do fascismo que tomava conta da Itália, seus pais, o maestro Edoardo Guarnieri e a harpista Elsa Martinenghi, decidiram vir para o Brasil em 1936 e se estabeleceram no Rio de Janeiro.
No dia 2 de junho de 2006 gravava no Teatro Oficina a telenovela Belíssima, da Rede Globo, em que interpretava o personagem Pepe, e sentiu-se mal, tendo sido internado no Hospital Sírio-Libanês, onde veio a falecer de insuficiência renal crônica, cinquenta dias depois, no dia 22 de julho. Foi enterrado no cemitério Jardim da Serra em cerimônia particular na cidade de Mairiporã onde morava.

Biografia

No início dos anos 1950 a família se mudou para São Paulo. Líder estudantil desde a adolescência, Guarnieri começou a fazer teatro amador com Oduvaldo Vianna Filho (Vianinha) e um grupo de estudantes de São Paulo, e em 1955 criaram o Teatro Paulista do Estudante, com orientação de Ruggero Jacobbi. No ano seguinte, o TPE uniu-se ao Teatro de Arena, fundado e dirigido por José Renato.

Teatro

Sua peça de estreia, como dramaturgo, foi Eles Não Usam Black-Tie, encenada em 1958 pelo Teatro de Arena. A direção foi de José Renato e o elenco contou com grandes talentos que começavam a despontar no teatro brasileiro, como o próprio Guarnieri (no papel de Tião), com a estreia profissional de Lelia Abramo (Romana), Miriam Mehler (Maria), Flavio Migliaccio (Chiquinho), Eugênio Kusnet, (Otávio), Francisco de Assis (Jesuíno), Henrique César (João), Celeste Lima (Teresinha), Riva Nimtz (Dalva) e Milton Gonçalves (Bráulio).
Programada para encerrar o trabalho do grupo, que vivia uma crise financeira, alcançou sucesso imenso, sendo um dos marcos da renovação do teatro brasileiro da época. A peça, o autor e o elenco foram premiados pelo então governador de São Paulo, Jânio Quadros, e o Arena foi salvo da crise financeira que há tempos assolava o grupo. Paralelamente, o diretor Roberto Santos dava o pontapé inicial no Cinema Novo com o filme O Grande Momento, protagonizado por Guarnieri e Miriam Pérsia, um clássico do nosso cinema.
Atento a isso, o diretor Sandro Polloni encomendou uma peça a Guarnieri para ser encenada pela companhia de Maria Della Costa, esposa de Sandro e de cuja companhia teatral ele era o diretor. Guarnieri saiu do Arena por um tempo para poder realizar esse trabalho com Maria Della Costa e em 1959 veio à luz Gimba, Presidente dos Valentes. Era o primeiro trabalho de Guarnieri em palco italiano e a direção ficou a cargo de Flávio Rangel. Levava à cena de maneira pioneira a realidade dos morros cariocas, em forma de musical, inspirando-se em parte na sua própria experiência de vida. A encenação foi espetacular e a peça passou os meses seguintes excursionando pela Europa, sendo apresentada no Festival das Nações, na França.
A Semente estreou em 1961 no TBC e também contou com a direção de Flávio Rangel. A peça, de cunho abertamente político e inteiramente fora dos padrões do TBC, abordava de forma contundente a militância comunista, criticando tanto os métodos da direita quanto da esquerda. Embora contasse com atores consagrados (como Leonardo Villar, Cleyde Yáconis, Stênio Garcia e Natália Timberg, além do próprio Guarnieri, entre outros), fosse uma montagem grandiosa e contasse com o aval da crítica, a peça teve problemas homéricos com a censura, o que acabou esfriando o interesse dos frequentadores do então chamado "Templo Burguês do Teatro Paulista" e a peça saiu rapidamente de cartaz. Nesse mesmo ano, ainda no TBC, Guarnieri participou de duas montagens de Flávio Rangel: Almas Mortas, de Gogol e a primeira montagem de A Escada, de Jorge Andrade.
Em 1962 ele volta para o Arena, não só como ator e autor, mas como sócio proprietário. José Renato se alternava entre vários trabalhos no Rio e em São Paulo, e o Teatro de Arena acabou se tornando uma sociedade entre Guarnieri, Augusto Boal, Paulo José, Juca de Oliveira e o cenógrafo Flávio Império. Juntos, eles participaram de várias peças nessa nova fase, como A Mandrágora, de Maquiavel (1962) e O Melhor Juiz, o Rei, de Lope de La Vega (1963).
O Filho do Cão, de 1964, primeiro texto de Guarnieri desde A Semente, tratava da questão do misticismo religioso e da reforma agrária já em um turbulento contexto político (ano do Golpe Militar). A partir desse momento, sua carreira, como a de todos os intelectuais ideologicamente filiados à esquerda, passou por momentos difíceis. Opta então por utilizar uma linguagem metafórica e alegórica que tomaria corpo em montagens como os musicais Arena conta Zumbi, tendo como destaque a música Upa Neguinho com parceria de Edu Lobo e Arena conta Tiradentes, feitos em parceria com Augusto Boal. Na década seguinte daria prosseguimento a esse estilo em peças como Castro Alves Pede Passagem 1971 e principalmente Um Grito Parado no Ar (1973) (que encenava as dificuldades da classe artística naquele período) e Ponto de Partida (1976) (onde utilizava uma vila da Idade Média como pano de fundo para focalizar a repressão a partir da morte do jornalista Vladimir Herzog), pontos capitais do teatro brasileiro nos anos 70.
Na década de 80, sua carreira como autor de teatro se tornaria cada vez mais esparsa, lançando poucos textos. Em 1988 escreveu Pegando Fogo Lá Fora; em 1995 viria A Canastra de Macário, que é o momento em que sua saúde lhe dá o primeiro susto, com um aneurisma na aorta. Em 1998 escreve com o filho Cláudio a peça Anjo na Contramão e sua última peça foi A Luta Secreta de Maria da Encarnação, realizada em 2001.
Subiu num palco pela última vez no dia 15 de agosto de 2005 (no mesmo Teatro Maria Della Costa onde 46 anos antes apresentara a peça "Gimba"). Fez o papel de Marcelo Belluomo na gravação da peça "Você tem medo do ridículo, Clark Gable?", de Analy Alvarez, com direção de Roberto Lage, para o programa Senta que lá vem comédia da TV Cultura. O programa contou com a participação das atrizes Arlete Montenegro, Sônia Guedes,André Latorre, Neuza Velasco e o ator Luiz Serra, e foi ao ar no dia 24 de setembro do mesmo ano.
Escreveu, em 1960, o libreto da ópera Um Homem Só, de Camargo Guarnieri.
Foi parceiro musical de compositores como Adoniran Barbosa, Carlos Lyra, Edu Lobo, Toquinho e Sérgio Ricardo.

Televisão

A partir do final dos anos 50, passou a conciliar sua bem-sucedida atividade no Teatro com uma presença cada vez maior na televisão e no cinema. Virou, assim, um dos nossos melhores e mais populares atores. Em TV, atuou em novelas como A Muralha (1968) e Mulheres de Areia (1973-74), ambas de Ivani Ribeiro, Éramos Seis (1977), Jogo da Vida (1981-82), Cambalacho (1986), Rainha da Sucata 1990 e A Próxima Vítima (telenovela) (1995), todas de Sílvio de Abreu, Sol de Verão (1982-83), de Manoel Carlos, Vereda Tropical (1984-85), de Carlos Lombardi, Mandala (1987-88), de Dias Gomes e Que Rei Sou Eu? 1989, de Cassiano Gabus Mendes, além de minisséries como Anos Rebeldes 1992, de Gilberto Braga e Incidente em Antares 1994, de Nelson Nadotti e Charles Peixoto, baseada no livro homônimo de Érico Veríssimo. O público mais jovem provavelmente o reconhece pelo papel do carinhoso e divertido avô Orlando Silva da série juvenil Mundo da Lua (1991-92), escrita por Flávio de Souza.

Cinema

No cinema, além de protagonizar O Grande Momento, também participou de filmes como O jogo da vida 1976, de Maurice Capovilla, Gaijin – os caminhos da liberdade 1980, de Tizuka Yamasaki, Eles Não Usam Black-Tie 1981, de Leon Hirszman (versão para sua peça em que dessa vez interpretou o pai sindicalista), filme que ganhou o Prêmio Especial do Júri no Festival de Veneza, A Próxima Vítima (telenovela) 1983, de João Batista de Andrade, Beijo 2348/72 1990, de Walter Rogério e O quatrilho 1995, de Fábio Barreto. Seu último filme foi Contos de Lygia, de 98, em que contracenou com Natália Thimberg sob direção de Del Rangel.

Família

Guarnieri casou-se pela primeira vez em 1956 com a jornalista Cecília Thompson, com quem teve dois filhos, Paulo e Flávio Guarnieri, ambos também atores. Com sua companheira dos últimos 40 anos Vanya Sant'Anna, teve mais três filhos, Cláudio (Cacau), Mariana (que também seguiram carreira teatral) e Fernando Henrique.

Política

Foi Secretário da Cultura da cidade de São Paulo entre 1984 e 1986, durante o governo de Mário Covas. Nessa oportunidade procurou valorizar as ações comunitárias.

Carreira

Televisão

Telenovelas

Cinema

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

...Enfim...o dever cumprido..."GUERREIROS DA ARTE"

Depois de muito persistir...a peça teatral de Paulo Sacaldassy "ESCUTA AQUI, SEU LADRÃO!" finalmente foi levado ao palco pelo grupo teatral "GUERREIROS DA ARTE", e a reação do público não poderia ter sido melhor : -" estávamos muito eufóricos com a estréia, os nervos estavam a flor da pele, sempre quando há uma estréia me sinto como se estivesse encenando pela primeira, é muito gostoso a sensação, as mãos ficam trêmulas, quando você está fazendo a primeira cena, as pernas ficam bambas,  transpiração á mil...! enfim...entávamos todos felizes vendo um trabalho de meses sendo encenado, e tudo indo bem, e quando você ver que a peça saiu tudo bem, que o público aprovou o trabalho, dá um alívio tão sublime no seu peito...aquela sensação de dever cumprido...é muito gostoso...", relata Ellyson Martins, diretor do grupo teatral e da peça, -" é maravilhoso estar no palco encenando, todos os olhos voltados a sua pessoa, e ver que as pessoas estão se divertindo com o que estão vendo, esses momentos não tem preço, e é por isso que amo tanto essa arte fascinante que é o teatro", completa ainda o diretor, em ton de emoção.
Mas, o grupo espera fazer mais apresentações da peça encenada, que, segundo o próprio diretor:- "é uma peça super engraçada, que não pode ser encenada uma única vez". 
Sendo assim, o grupo visa outras apresentações, só não concretizaram os locais ainda, porém, mencionaram alguns: -" pensamos em apresenta-la no colégio diocesano de Belo jardim, mas temos que correr atrás para conseguir o local, que não é nada fácil de conseguir, pois lembro-me muito bem que quando eu ainda fazia parte do extinto grupo teatral "OS 100 NOMES" apresentamos a primeira e última peça lá no salão, que fica em frente a cantina, foi estressante conseguirmos o local, tivemos que andar uma semana pra lá e pra cá para finalmente nos ceder o local...mas não foi nada fácil, não descartamos a possibilidade, até porque estamos um pouquinho mais conhecidos agora, então quem sabe...Cyntiha Grigório, que é secretária da ong AHMAR de Belo Jardim, chegou a sondar-me pelo Facebook que gostaria que encenassemos a peça por lá, é sim uma ótima idéia, porém, há o problema de que o local é muito escondido, e ainda por cima longe, do qual o mesmo se localiza no bairro do Santo Antônio, iremos fazer uma reunião, para discutirmos tudo isso, e vermos o que faremos..." comenta ainda Ellyson.
Desde já, como já foi mencionado aqui no blog, o próximo material dos "GUERREIROS DA ARTE" será
o monólgo teatral "A ESPERA DE SER CHAMADO", do escritor português Luís Gonçalves, uma comédia de aproximadamente 25 min.,- " o texto já está bom decorado, só falta agora trabalhar na caracterização do personagem, isso será feito com os ensaios, pois já tenho em mente como que ele deve agir, andar, só o que falta mesmo é ensaiar, até agora, só fiz um ensaio com a minha esposa Alexsadra Viana, que provavelmente, será a iluminadora e sonoplasta, exatamente como foi na peça de Paulo Sacaldassy, estou me programando para que semana que vem fazer os ensaios pra valer, á parte do grupo, quer dizer, entre aspas, pois minha esposa faz parte do grupo não é? (risos)", o que Ellyson quis dizer é que o monólgo será á parte, como se fosse um material separado, porque será ensaiado nos dias em que o grupo não estará reunido, para não atrapalhar na dedicação dos demais integrantes nos ensaios da peça de ESCUTA AQUI, SEU LADRÃO!", por exemplo, ou ainda no novo texto que será selecionado.
Como o grupo quer, de fato, agradar o público de todas as maneiras, o grupo visa peças de comédias, já que como os integrantes sempre falam: -" a galera daqui gosta de piadas, de dar risadas, por isso, se selecionarmos uma peça dramática, por exemplo, as pessoas não gostarão tanto quanto se fosse uma peça de comédia", essas são palavras dos integrantes.