local: colégio Diocesano de Belo Jardim- rua Dr. Henrique Nascimento, 44-são Pedro.
Breve sinopse:
peça teatral de comédia, conta a estória de uma casal classe média, que são surpreendidos por um ladrão!
o
homem é medroso, e "gagueja" quando fica nervoso; a mulher é vaidosa e
de voz irritante e o ladrão é durão e emotivo...vale a pena conferir!
você vai morrer de rir!!!!
Será no dia 10 de novembro, às 11 horas, no Teatro Hermilo Borba Filho, e contará com a presença do coordenador do festival, Vavá Shön-Paulino, do gerente de Artes Cênicas, Roberto Lúcio, e da diretora de Desenvolvimento e Descentralização Cultural da FCCR, Luciana Veras.
Hoje a noite, o grupo "GUERREIROS DA ARTE", voltou a se reunir, para tratar de assuntos sobre a peça que será apresentada neste sábado, dia 12- "ESCUTA AQUI, SEU LADRÃO!", de Paulo sacaldassy. Foi definido que amanhã pela manhã, será feita a divulgação da peça nas salas do colégio diocesano, para que os alunos possam ficar sabendo do espetáculo. Durante a reunião, foi tirada a suposta foto oficial do grupo ( mas ainda não foi definida como oficial ), que está em anexo a esta matéria. " temos muito trabalho a fazer em pouco tempo, tem divulgação pra fazer...mas curto período pra fazer isso...e há muita coisa á ser feita, como, separar as coisas do cenário, figurinos, iluminação...enfim, essas coisas que contra-regras nomalmente faria, mas como não temos um...!" comenta e brinca Ellyson Martins, diretor da peça. O ensaio geral será na sexta-feira, dia 11, ás vésperas do espetáculo- "temos que manter o foco, e a empolgação também, não podemos deixar a poeira baixar, precisamos manter o entusiasmo da estréia, pois é isso que deixa o espetáculo bem mais vivo e rico de interpretação", diz Ellyson.
Será neste sábado, dia 12 de novembro, no colégio Diocesano de Belo Jardim, a 2° apresentação da peça teatral "ESCUTA AQUI, SEU LADRÃO!", do dramaturgo e escritor santista Paulo Sacaldassy, encenado pelo grupo teatral "GUERREIROS DA ARTE", da cidade de Belo Jardim-PE. Foi confirmado e agendado hoje pela manhã, no próprio colégio, o grupo aproveitou ainda a ocasião da reunião para fazer o convite para a Secretária de Cultura e Paisagismo da referida cidade, para que possam desfrutar também do espetáculo. Para quem ainda não viu, está em anexo a esta matéria a sinopse, fotos e trailer do espetáculo, e ainda os 2 trailers-chamada: Sinopse : Do dramaturgo e escritor santista Paulo Sacaldassy, texto cômico, porém, com uma pitada de cenas dramáticas. Casal de classe média, como qualquer outro casal tem suas briguinhas de vez em quando, o homem, com o nome de Luís Alberto pode-se dizer que seja um homem impaciente, medroso, emotivo, cínico, nervoso, trajando calça jeans, camiseta comum, blazer, tênis “all star”. enquanto que a sua mulher Maria Lúcia seja uma mulher escandalosa, “fresquinha”,elegante, de voz irritante e “fanhosa”, mas, aparentemente calma, indecisa ás vezes, e destemida em qualquer situação (aparentemente), trajando como figurinos-1º: um vestido longo, com uma amarra para o busto, salto alto; 2º: uma saia, camisa de alça, e jaqueta; 3º: calça jeans, outra camisa (de alça também, mas totalmente diferente da anterior), salto alto(diferente do 1º); 4º : um pijama de estampa de bichinhos; e tem ainda o ladrão, com o nome vulgar de “Macarrão”, sujeito bruto, ignorante, sotaque de cara de favela, ágio e impaciente, “bad boy” de cara dura e fechada, mas, emotivo e sofrido, trajando o seguinte figurino: calça jeans, touca, camiseta do corinthians, Tênis "all star", blusão. A ação (espetáculo) se passa no apartamento do casal, que são de classe média; estão se aprontando para sair e assistir a um espetáculo de teatro, porém a mulher é muito vaidosa, demora mais de trinta minutos para estar pronta, fazendo com que o esposo fique impaciente e nervoso, daí a campainha toca, Luís vai abrir a porta e é surpreendido por um ladrão, que logo começa a revirar o apartamento em busca de dólares, jóias e etc. O casal, então, começa a tentar confundir o ladrão falando que o apartamento é alugado, que eles não tem dinheiro pra nada, só pra pagar contas, o decorrer da peça vai ficando cômico com as reações de Luís Alberto, que fica a todo tempo com as mãos levantadas e gaguejando quando o ladrão está por perto ou lhe aponta a arma. O ladrão, por sua vez, é um cara sofrido, e começa a se emocionar no decorrer do espetáculo, enquanto que Maria Lúcia aparentemente está sempre calma, mas dando escândalo a cada momento. "Esperamos fazer uma apresentção ótima, como foi a 1°, do qual saiu tudo perfeito, algumas coisinhas, mas que não influenciaram em nada no espetáculo, contamos com um público cativo, como nossos amigos que não puderam comparecer na outra apresentação, poderão ter a oportunidade agora", conta o diretor Ellyson Martins.
Ficha técnica: Peça teatral "ESCUTA AQUI, SEU LADRÃO!", do dramaturgo e escritor Paulo Sacaldassy; Gênero: comédia; Direção: Ellyson Martins; Cenário e figurinos: Ellyson Martins; Sonoplastia e iluminação: Alexsandra Viana; Elenco: Ellyson Martins, como "Luís Alberto", Islane Souza, como "Maria Lúcia" e Igor Santos, como "Macarrão"; Local:Colégio Diocesano de Belo Jardim-Rua DR. Henrique Nascimento, 41 - São Pedro- 55150-000 DIA: 12 de novembro; Horário: 20:00 (8 horas da noite); Duração do espetáculo: aprox. 50 min. ; Entrada franca.
Neste domingo, 06/11/11, houve uma reunião do grupo teatral "GUERREIROS DA ARTE", a primeira desde a estréia da peça teatral "ESCUTA AQUI, SEU LADRÃO!", de Paulo Sacaldassy. Na ocasião, foi feita uma breve leitura branca da peça teatral "CADA UM SE VAIRA COMO PODE", também de Paulo Sacaldassy, a primeira impressão foi de que a peça é muito engraçada, mas no decorrer da leitura do texto, os integrantes foram ficando, de certa forma, abismados, pois o texto é um pouco forte para a cidade, há algumas cenas picantes, mas ficou pra ser pensado na possibilidade de ainda assim a peça ser levada ao palco, ainda durante a reunião foi definido que nesta terça-feira, 08/11/11, o grupo irá providenciar um novo local para outra apresentação da citada peça, o primeiro lugar a ser visitado para pedição será o colégio Diocesano de Belo Jardim- "esperamos conseguir o local, pois será muito bom pra gente, um local que fica bem no centro da cidade será de fácil acesso para o público, porém estamos pensando na possibilidade de fazer esta apresentação exclusivamente para os alunos do colégio, para fazermos a estratégia que fizemos no IFPE: teremos um público já garantido, e os que a gente conseguir chamar, que poderem ir, será lucro!", conta o diretor Ellyson Martins. Será definido dia e horário, portanto, vamos aguardar e torcer para que dê tudo certo, será uma ótima oportunidade para quem ainda não teve a oportunidade de poder assistir o espetáculo. Em anexo a esta matéria, estão algumas fotos que foram tiradas durante a estréia do espetáculo, realizado no IFPE.
E para quem ainda não viu o trailer oficial da peça "ESCUTA AQUI SEU LADRÃO!", de Paulo Sacaldassy, produzido pelo grupo "GUERREIROS DA ARTE", está também em anexo, aqui abaixo:
Sua peça de estreia, como dramaturgo, foi Eles Não Usam Black-Tie, encenada em 1958 pelo Teatro de Arena. A direção foi de José Renato e o elenco contou com grandes talentos que começavam a despontar no teatro brasileiro, como o próprio Guarnieri (no papel de Tião), com a estreia profissional de Lelia Abramo (Romana), Miriam Mehler (Maria), Flavio Migliaccio (Chiquinho), Eugênio Kusnet, (Otávio), Francisco de Assis (Jesuíno), Henrique César (João), Celeste Lima (Teresinha), Riva Nimtz (Dalva) e Milton Gonçalves (Bráulio). Programada para encerrar o trabalho do grupo, que vivia uma crise financeira, alcançou sucesso imenso, sendo um dos marcos da renovação do teatro brasileiro da época. A peça, o autor e o elenco foram premiados pelo então governador de São Paulo, Jânio Quadros, e o Arena foi salvo da crise financeira que há tempos assolava o grupo. Paralelamente, o diretor Roberto Santos dava o pontapé inicial no Cinema Novo com o filme O Grande Momento, protagonizado por Guarnieri e Miriam Pérsia, um clássico do nosso cinema. Atento a isso, o diretor Sandro Polloni encomendou uma peça a Guarnieri para ser encenada pela companhia de Maria Della Costa, esposa de Sandro e de cuja companhia teatral ele era o diretor. Guarnieri saiu do Arena por um tempo para poder realizar esse trabalho com Maria Della Costa e em 1959 veio à luz Gimba, Presidente dos Valentes. Era o primeiro trabalho de Guarnieri em palco italiano e a direção ficou a cargo de Flávio Rangel. Levava à cena de maneira pioneira a realidade dos morros cariocas, em forma de musical, inspirando-se em parte na sua própria experiência de vida. A encenação foi espetacular e a peça passou os meses seguintes excursionando pela Europa, sendo apresentada no Festival das Nações, na França. A Semente estreou em 1961 no TBC e também contou com a direção de Flávio Rangel. A peça, de cunho abertamente político e inteiramente fora dos padrões do TBC, abordava de forma contundente a militância comunista, criticando tanto os métodos da direita quanto da esquerda. Embora contasse com atores consagrados (como Leonardo Villar, Cleyde Yáconis, Stênio Garcia e Natália Timberg, além do próprio Guarnieri, entre outros), fosse uma montagem grandiosa e contasse com o aval da crítica, a peça teve problemas homéricos com a censura, o que acabou esfriando o interesse dos frequentadores do então chamado "Templo Burguês do Teatro Paulista" e a peça saiu rapidamente de cartaz. Nesse mesmo ano, ainda no TBC, Guarnieri participou de duas montagens de Flávio Rangel: Almas Mortas, de Gogol e a primeira montagem de A Escada, de Jorge Andrade. Em 1962 ele volta para o Arena, não só como ator e autor, mas como sócio proprietário. José Renato se alternava entre vários trabalhos no Rio e em São Paulo, e o Teatro de Arena acabou se tornando uma sociedade entre Guarnieri, Augusto Boal, Paulo José, Juca de Oliveira e o cenógrafo Flávio Império. Juntos, eles participaram de várias peças nessa nova fase, como A Mandrágora, de Maquiavel (1962) e O Melhor Juiz, o Rei, de Lope de La Vega (1963). O Filho do Cão, de 1964, primeiro texto de Guarnieri desde A Semente, tratava da questão do misticismo religioso e da reforma agrária já em um turbulento contexto político (ano do Golpe Militar). A partir desse momento, sua carreira, como a de todos os intelectuais ideologicamente filiados à esquerda, passou por momentos difíceis. Opta então por utilizar uma linguagem metafórica e alegórica que tomaria corpo em montagens como os musicaisArena conta Zumbi, tendo como destaque a música Upa Neguinho com parceria de Edu Lobo e Arena conta Tiradentes, feitos em parceria com Augusto Boal. Na década seguinte daria prosseguimento a esse estilo em peças como Castro Alves Pede Passagem1971 e principalmente Um Grito Parado no Ar (1973) (que encenava as dificuldades da classe artística naquele período) e Ponto de Partida (1976) (onde utilizava uma vila da Idade Média como pano de fundo para focalizar a repressão a partir da morte do jornalista Vladimir Herzog), pontos capitais do teatro brasileiro nos anos 70. Na década de 80, sua carreira como autor de teatro se tornaria cada vez mais esparsa, lançando poucos textos. Em 1988 escreveu Pegando Fogo Lá Fora; em 1995 viria A Canastra de Macário, que é o momento em que sua saúde lhe dá o primeiro susto, com um aneurisma na aorta. Em 1998 escreve com o filho Cláudio a peça Anjo na Contramão e sua última peça foi A Luta Secreta de Maria da Encarnação, realizada em 2001. Subiu num palco pela última vez no dia 15 de agosto de 2005 (no mesmo Teatro Maria Della Costa onde 46 anos antes apresentara a peça "Gimba"). Fez o papel de Marcelo Belluomo na gravação da peça "Você tem medo do ridículo, Clark Gable?", de Analy Alvarez, com direção de Roberto Lage, para o programa Senta que lá vem comédia da TV Cultura. O programa contou com a participação das atrizes Arlete Montenegro, Sônia Guedes,André Latorre, Neuza Velasco e o ator Luiz Serra, e foi ao ar no dia 24 de setembro do mesmo ano. Escreveu, em 1960, o libreto da óperaUm Homem Só, de Camargo Guarnieri. Foi parceiro musical de compositores como Adoniran Barbosa, Carlos Lyra, Edu Lobo, Toquinho e Sérgio Ricardo.
Foi Secretário da Cultura da cidade de São Paulo entre 1984 e 1986, durante o governo de Mário Covas. Nessa oportunidade procurou valorizar as ações comunitárias.
Depois de muito persistir...a peça teatral de Paulo Sacaldassy "ESCUTA AQUI, SEU LADRÃO!" finalmente foi levado ao palco pelo grupo teatral "GUERREIROS DA ARTE", e a reação do público não poderia ter sido melhor : -" estávamos muito eufóricos com a estréia, os nervos estavam a flor da pele, sempre quando há uma estréia me sinto como se estivesse encenando pela primeira, é muito gostoso a sensação, as mãos ficam trêmulas, quando você está fazendo a primeira cena, as pernas ficam bambas, transpiração á mil...! enfim...entávamos todos felizes vendo um trabalho de meses sendo encenado, e tudo indo bem, e quando você ver que a peça saiu tudo bem, que o público aprovou o trabalho, dá um alívio tão sublime no seu peito...aquela sensação de dever cumprido...é muito gostoso...", relata Ellyson Martins, diretor do grupo teatral e da peça, -" é maravilhoso estar no palco encenando, todos os olhos voltados a sua pessoa, e ver que as pessoas estão se divertindo com o que estão vendo, esses momentos não tem preço, e é por isso que amo tanto essa arte fascinante que é o teatro", completa ainda o diretor, em ton de emoção. Mas, o grupo espera fazer mais apresentações da peça encenada, que, segundo o próprio diretor:- "é uma peça super engraçada, que não pode ser encenada uma única vez". Sendo assim, o grupo visa outras apresentações, só não concretizaram os locais ainda, porém, mencionaram alguns: -" pensamos em apresenta-la no colégio diocesano de Belo jardim, mas temos que correr atrás para conseguir o local, que não é nada fácil de conseguir, pois lembro-me muito bem que quando eu ainda fazia parte do extinto grupo teatral "OS 100 NOMES" apresentamos a primeira e última peça lá no salão, que fica em frente a cantina, foi estressante conseguirmos o local, tivemos que andar uma semana pra lá e pra cá para finalmente nos ceder o local...mas não foi nada fácil, não descartamos a possibilidade, até porque estamos um pouquinho mais conhecidos agora, então quem sabe...Cyntiha Grigório, que é secretária da ong AHMAR de Belo Jardim, chegou a sondar-me pelo Facebook que gostaria que encenassemos a peça por lá, é sim uma ótima idéia, porém, há o problema de que o local é muito escondido, e ainda por cima longe, do qual o mesmo se localiza no bairro do Santo Antônio, iremos fazer uma reunião, para discutirmos tudo isso, e vermos o que faremos..." comenta ainda Ellyson. Desde já, como já foi mencionado aqui no blog, o próximo material dos "GUERREIROS DA ARTE" será o monólgo teatral "A ESPERA DE SER CHAMADO", do escritor português Luís Gonçalves, uma comédia de aproximadamente 25 min.,- " o texto já está bom decorado, só falta agora trabalhar na caracterização do personagem, isso será feito com os ensaios, pois já tenho em mente como que ele deve agir, andar, só o que falta mesmo é ensaiar, até agora, só fiz um ensaio com a minha esposa Alexsadra Viana, que provavelmente, será a iluminadora e sonoplasta, exatamente como foi na peça de Paulo Sacaldassy, estou me programando para que semana que vem fazer os ensaios pra valer, á parte do grupo, quer dizer, entre aspas, pois minha esposa faz parte do grupo não é? (risos)", o que Ellyson quis dizer é que o monólgo será á parte, como se fosse um material separado, porque será ensaiado nos dias em que o grupo não estará reunido, para não atrapalhar na dedicação dos demais integrantes nos ensaios da peça de ESCUTA AQUI, SEU LADRÃO!", por exemplo, ou ainda no novo texto que será selecionado. Como o grupo quer, de fato, agradar o público de todas as maneiras, o grupo visa peças de comédias, já que como os integrantes sempre falam: -" a galera daqui gosta de piadas, de dar risadas, por isso, se selecionarmos uma peça dramática, por exemplo, as pessoas não gostarão tanto quanto se fosse uma peça de comédia", essas são palavras dos integrantes.