sexta-feira, 24 de maio de 2013

O Beijo no Asfalto


Teatro Barreto Jr recebe montagem de
O Beijo no Asfalto
O espetáculo será apresentado nos dias 25 e 26 de maio, às 20h

No dia 25, após a apresentação do espetáculo, haverá um debate acerca da obra de Nelson Rodrigues.  Serão abordados temas como a mídia e a obra de arte, os meios de comunicação, o teatro contemporâneo e a fabricação das celebridades instantâneas. Para este encontro em Recife estão confirmados os diretores Claudio Lira e João Denys Araújo Leite, e a jornalista Mônica Silveira. A mediação será de Andrêzza Alves.


No corre-corre de um grande centro urbano, as pessoas parecem não notar umas as outras, mas um acidente no trânsito pode fazê-las interligadas por um breve momento. É o que acontece quando um anônimo atropelado ganha a atenção de inúmeros passantes. Não especificamente pela possibilidade da sua morte, que fatalmente acontece, mas pelo pedido inesperado que ele faz a um jovem que corre em seu socorro: um beijo, desejo prontamente atendido. A inusitada cena dos dois homens se beijando em meio ao caos da cidade grande é flagrada por dezenas de pessoas munidas de aparelhos celulares e o caso ganha repercussão imediata nas redes sociais.

Esta parcela de modernidade, com imagens compartilhadas em tempo quase real na Internet, não estava presente na obra original de Nelson Rodrigues, a peça “O Beijo no Asfalto”, escrita em 1961, mas faz parte da encenação pernambucana assinada pelo diretor Claudio Lira, que será apresentada no Teatro Barreto Jr nos dias 25 e 26 de maio, às 20h. A montagem estreou no Rio de Janeiro em agosto de 2012, integrando o projeto “Nelson Brasil Rodrigues: 100 Anos do Anjo Pornográfico”, iniciativa da Funarte. Em seguida, foi apresentada em Recife, dentro do Festival Janeiro de Grandes Espetáculos. Fomentada pela Funarte, a peça inicia em maio sua turnê. Nos dias 18 e 19 será apresentada em Natal, depois João Pessoa (21 e 22) e Recife (25 e 26). Também está confirmada sua participação no Porto Alegre em Cena (07, 08 e 09 de setembro).

Esta versão de “O Beijo no Asfalto” respeita o texto original, mas não teme acrescentar detalhes contemporâneos à trama, como a referência às redes sociais e as inserções de imagens em vídeo, num paralelo ao imediatismo atual da mídia, suprimindo ainda todas as referências ao universo carioca. Tanto que a história passa a acontecer no centro de qualquer grande cidade. A trama mostra a reviravolta que acontece na vida do jovem Arandir, que socorre um desconhecido atropelado e, atendendo a um pedido deste à beira da morte, lhe dá um beijo na boca. Um repórter presencia o fato e vê no ato de um homem beijar outro homem a possibilidade de ganhar dinheiro. O caso ganha grande espaço na imprensa, sendo explorado com extrema crueldade tanto por jornalistas quanto por policiais sem ética e que não temem invadir a privacidade familiar.

A partir deste embaraçoso ato de misericórdia – um beijo na morte – presenciado por um repórter sensacionalista, um escândalo social se avoluma. Explorando o caso, Amado Ribeiro, o tal jornalista, e Cunha, um delegado corrupto, destroem a reputação de Arandir, um homem puro até então, e de sua família, levando todos a um desfecho trágico e surpreendente. A exploração da imprensa é tanta, que a história ganha outros contornos, retratando os dois homens como amantes em um crime passional. A partir daí, a vida do jovem se transforma num inferno e nem mesmo sua mulher, Selminha, acredita que ele é inocente, ainda mais diante das insinuações do pai dela, Aprígio, que sempre manteve o pé atrás com o genro. Há referências reais a toda esta história.

“A peça aborda algo que eu quero dizer e me incomoda muito: essa imprensa que manipula a opinião pública e, principalmente, o ranço preconceituoso que as pessoas mantêm até hoje. Não só na questão da homossexualidade, mas num âmbito mais geral”, diz o encenador Claudio Lira, que ressalta como grande qualidade da escrita rodriguiana esse revelar tão cru da hipocrisia na sociedade. Com “O Beijo no Asfalto”, Lira promove um retorno às suas origens no palco, ainda como ator. “No início da década de 1990, fiz um curso com Almir Rodrigues, grande ator e diretor, hoje afastado da cena por problemas de saúde, e passamos muito tempo estudando as obras de Federico García Lorca e Nelson Rodrigues. O objetivo era unir seus dois universos num espetáculo, mas o projeto não se concretizou. Em 2010, consegui encenar “Um Rito de Mães, Rosas e Sangue”, adaptação minha a partir das três tragédias rurais de Lorca, espetáculo ainda em atividade; e, agora, consigo mergulhar numa das obras de Nelson, o que é uma grande honra para mim, pois o considero um dos maiores dramaturgos do Brasil”, comemora.

Com vários outros trabalhos como encenador, em peças como “Alheio”, “Versos do Nós” e “Maçã Caramelada”, Claudio Lira diz que teve muita dificuldade em construir as cenas mais violentas propostas por Nelson – há embates terríveis entre Arandir e seus opositores – e, como traço de sua própria personalidade, resolveu dar à montagem um caráter mais clássico e psicológico, tanto que incorporou um inédito coro uníssono ao desenrolar da história, com personagens que usam máscara neutra sem personalidade individual e mais coletiva, numa áurea mítica, sensorial e, por que não, poética. Tais figuras, vestidas com ternos, funcionam como um bloco de gente que, se não comenta a ação verbalmente, como na tragédia grega, acompanha o desenrolar dos acontecimentos enquanto presença crítica e, por vezes, participativa. Assim como a sociedade que rumina opiniões, muitas vezes clandestinamente nas redes sociais. São figuras sem identidade revelada, mas prontas para julgar fatos e pessoas.

Originalmente, toda a história acontece durante um dia e meio, portanto, as cenas desenrolam-se como quadros de um videoclipe, em sucessão vertiginosa, pontuada por trilha sonora que mescla sons urbanos a melodias originais, concebida por Adriana Milet, e inserções de vídeo – algumas em tempo real – da videomaker Tuca Siqueira. A iluminação é assinada por Luciana Raposo e o cenário, figurinos e adereços pela dupla Claudio Lira e Andrêzza Alves. A produção executiva é de Andrêzza Alves e Renata Phaelante. “É esta sobreposição de elementos cênicos – dos figurinos masculinizados, das projeções em vídeo, da trilha musical quase constante, da luz forte que nos remete aos cortes cinematográficos e ao cenário composto por várias portas giratórias em 360 graus – que me interessa ao contar esta história, algo que eu quero dizer, tendo como molho o sarcasmo presente em Nelson ao tirar chacota da sociedade”, complementa o encenador.

Sobre o protagonista, Claudio define: “Arandir é um personagem tão comprometido por sua ação que duvida até mesmo da sua verdade. Portanto, assim como Nelson, eu trabalho em cima da dúvida – O beijo de Arandir no atropelado é a substância dessa dúvida – e a verdade, neste caso, pode ser forjada por qualquer um, como o faz a mídia, ao transformar notícias deturpadas em verdades absolutas, infelizmente. Este é o caráter desta tragédia brasileira, deste homem acuado que duvida até de si mesmo”, conclui. No elenco, Arthur Canavarro (Arandir), Andrêzza Alves (Selminha), Eduardo Japiassu (Aprígio), Ivo Barreto (Amado Ribeiro), Pascoal Filizola (Delegado Cunha), Sandra Rino (Viúva, D. Judith e Aruba), Daniela Travassos (Dália) e Lano de Lins (Barros, Werneck e um personagem surpresa ao final). Ainda há a participação das atrizes Cira Ramos, Clenira Melo, Vanda Phaelante, Renata Phaelante, Márcia Cruz e Sônia Bierbard, que mostram-se “virtualmente” na peça, numa homenagem a todas as atrizes pernambucanas, como opção do diretor, com falas da personagem Matilde, vizinha fofoqueira que acompanha o drama de Arandir, além dos comunicadores Gino César e Cardinot, este um símbolo da popularíssima imprensa pernambucana.

OBS: “O Beijo no Asfalto” foi escrita especialmente para o Teatro dos Sete, com estreia no mesmo ano de 1961, no Rio de Janeiro, sob direção de Fernando Torres e com Fernanda Montenegro, Sérgio Britto e Ítalo Rossi no elenco, entre outros. A peça teve ainda duas versões cinematográficas, a primeira em 1963, com direção de Flávio Tambellini e com Reginaldo Faria, Norma Blum, Xandó Batista e Jorge Dória nos papeis centrais; e outra em 1981, com direção de Bruno Barreto e elenco composto por Ney Latorraca, Tarcísio Meira, Christiane Torloni e Daniel Filho, entre outros.

FICHA TÉCNICA O BEIJO NO ASFALTO
Direção: Claudio Lira | Elenco: Andrêzza Alves, Arthur Canavarro, Daniela Travassos, Eduardo Japiassú, Ivo Barreto, Lano de Lins, Pascoal Filizola e Sandra Rino | Participações em Vídeo: Cardinot, Clenira de Melo, Cira Ramos, Márcia Cruz, Renata Phaelante, Sônia Bierbard e Vanda Phaelante | Voz da Locução: Gino Cesar | Música Final / Voz: Lêda Oliveira e Pianista: Artur Fabiano | Direção de vídeo cenário: Tuca Siqueira | Iluminação: Luciana Raposo | Cenário: Claudio Lira | Figurinos: Andrêzza Alves e Claudio Lira | Direção Musical e Preparação Vocal: Adriana Milet | Preparação Física e Coreografias: Sandra Rino | Fotografias: Caio Franco e Américo Nunes | Programação Visual: Claudio Lira | Produção Executiva: Renata Phaelante e Andrêzza Alves | Imprensa: Moretti Cultura e Comunicação |

SERVIÇO RECIFE:
Onde: Teatro Barreto Jr.
Quando: 25 e 26 de maio 20h
Endereço: R Estudante Jeremias Bastos, s/n - Pina - Recife - PE
Informações: (81) 3355-6398
Ingressos: R$ 12,00 (Inteira) e R$ 6,00 (meia entrada)
Duração: 1h 30m | censura 16 anos.
Debate: Após o espetáculo do dia 25 haverá um debate com Claudio Lira (diretor do espetáculo), João Denys Araújo Leite (diretor, pesquisador, ator e professor da UFPE) e a jornalista Mônica Silveira. Mediação: Andrêzza Alves.

Fonte: André Moretti-(moretti.moretti@gmail.com).

segunda-feira, 29 de abril de 2013

CAXUXA ENCERRA CIRCULAÇÃO COM APRESENTAÇÕES GRATUITAS EM OLINDA E RECIFE NESTE SÁBADO (4) E DOMINGO (5) Depois de passar por Jaboatão, Paulista, Ipojuca e Camaragibe, o musical “Caxuxa” encerra a circulação com apresentações gratuitas no Nascedouro de Peixinhos e no Sítio da Trindade



O musical Caxuxa, poesia e diversão para crianças de todas as idades, será encenado neste sábado, dia 04 de maio, no Nascedouro de Peixinhos, em Olinda, às 16h30 e no domingo, dia 05, no Sítio da Trindade, no Recife, mais cedo, às 16h. A circulação pela Região Metropolitana teve início em abril e encantou plateias em Jaboatão e Paulista, com duas apresentações em cada município e Ipojuca e Camaragibe. Ao todo são oito apresentações gratuitas para o público, dentro do projeto 8X Caxuxa, aprovado pelo FUNCULTURA.
            Toda a encenação se passa numa noite, na qual as crianças, ao invés de dormir, resolvem sonhar acordadas. “Caxuxa” dramatiza esses sonhos com muita leveza e alegria, e navega na ideia de que todo ser humano, de qualquer cor, idade, raça ou crença tem sempre o desejo de, em algum momento, se sentir outro, metamorfosear-se. Em cena, jogando com a simplicidade e a criatividade, e corporificando com graça essa criança brincante que há em todo ser humano, o talento das jovens atrizes Anaíra Mahin, Marina Duarte, Aninha Martins (que estreia no elenco substituindo Natascha Falcão) e Olga Ferrario é somado à experiência do ator e também diretor deste espetáculo, Cláudio Ferrario.  Juntos, eles vivem intensamente cada sonho com a certeza de que estes são reais e representam os desejos, a criatividade e a poesia de qualquer pessoa.
O texto original de “Caxuxa” é de Ronaldo Ciambroni, com adaptação e músicas de João Falcão. Cenário e figurinos de Fabiana Pirro em parceria com a equipe. Iluminação de Luciana Raposo. Direção musical de Adriana Milet. As coreografias foram criadas com a participação de todo o elenco e dos diretores, com a colaboração da bailarina Silvia Góes, do Coletivo Lugar Comum. A direção geral é assinada em dupla por Cláudio Ferrário e Lívia Falcão.
 “Caxuxa”, segundo Lívia, é um musical para todas as idades e conta a história de quatro crianças e um homem cego que vivem na rua transformando sua realidade através dos sonhos a cada momento, dando espaço e voz aos “outros” que sempre nos habitam como seres humanos. “Todos temos o desejo de vez em quando de nos sentirmos outro né?”, diz Lívia.

Fonte: duas companhias/Silvinha Góes

terça-feira, 23 de abril de 2013

Funarte e Cia Circo Godot de Teatro e Circo apresentam: Le Petit – Grandezas do Ser


 Le Petit – Grandezas do Ser
A peça ficará em cartaz no Teatro Hermílo Borba Filho até o dia 28 de abril, com apresentações aos sábados e domingos. Em seguida, seguirá em Turnê pela Itália.






Desde o dia 06 o público recifense pode prestigiar uma livre inspiração da Cia Circo Godot de Teatro para o mais lúdico personagem criado por Antoine de Saint-Exupéry. Trata-se deLe Petit: Grandezas do Ser. Dirigido por Quiercles Santana, o espetáculo ficará em cartaz no Teatro Hermílo Borba Filho até o dia 28 de abril, com apresentações aos sábados e domingos.

Nesta montagem, intitulada Le Petit: Grandezas do Ser, a Cia Circo Godot de Teatro apresenta um universo fabular em que a corrida contra o relógio, a fidelidade a um amigo doente e o medo da solidão são os princípios para ações que fundam uma narrativa lúdica e poética. A peça acontece como um filme mudo, sem o uso da palavra, com uma trilha sonora minimalista percorrendo o trabalho do começo ao fim, e propõe uma diversidade de imagens, sonoridades e situações.

Em cena, o ator italiano Damiano Massaccesi e três manipuladores. Mesmo sem ter uma única palavra pronunciada, o espetáculo diz muito ao público: sobre o viver, morrer e aprender a ser verdadeiramente companheiro do outro. Para fazer prevalecer uma atmosfera alegre e lúdica, Le Petit lança mão de todo um arsenal de ações, como malabares, equilibrismos, mágicas, acrobacias e brincadeiras.

Fundada há três anos no Recife por artistas brasileiros e italianos, a companhia apresentou já em seu primeiro trabalho uma qualidade cênica surpreendente, resultado de anos de estudos, empenho e dedicação. Circo Godot (2010), o primeiro feito, foi apresentado nas ruas da Grécia, Tunísia, Itália e Brasil. Na ocasião, Lucky e Pozzo, personagens de Samuel Beckett, serviram de pretexto para uma cena divertida e cheia de reviravoltas. Em 2011, a companhia apresentou seu segundo trabalho: “Besteiras (As Aventuras de um Giullare Moderno)”, contemplado com o Prêmio FUNARTE Myriam Muniz de Teatro. O projeto foi apresentado em importantes festivais da Itália e também fez turnê pela Europa, chegando agora ao Brasil através do 19° Janeiro de Grandes Espetáculos.

Contemplado com o Prêmio FUNARTE Myriam Muniz de Teatro, Le Petit: Grandezas do Ser é o terceiro trabalho da Cia Circo Godot de Teatro. A peça estreou em grande estilo, integrando a programação da 3ª Mostra Marco Camarotti. Após essa curta temporada realizada no Teatro Hermílo Borba Filho a peça seguirá em turnê pela Itália.

Seguindo a máxima
“Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos...”
Diante de uma frase tão profunda e inspiradora, impossível não ceder.
Ao se deparar com esta frase de Saint-Exupéry, Quiercles Santana, com sua sensibilidade artística de diretor, se viu no dever de promover a acessibilidade de cegos ao espetáculo. A atriz Andreza Nóbrega e a psicóloga Liliana Tavares são as responsáveis por levar a este público tão especial a audiodescrição do espetáculo. - As apresentações comaudiodescrição ocorrerão nos dias 11, 18 e 25 de abril.


FICHA TÉCNICA
Direção: Quiercles Santana
Dramaturgista: Ana Paula Sá
Ator: Damiano Massaccesi (Ator)
Manipuladores: Andrezza Alves, Flávia Fernanda, Rafaela Fagundes
Audiodescrição: Andreza Nóbrega e Liliana Tavares
Atirador Crítico de Sandálias: André Casaca e Dante Leonel 
Direção Musical: Kleber Santana
Direção de Arte: Ana Paula Sá, Andrezza Alves, Quiercles Santana
Iluminação: Luciana Raposo
Preparação de Clown: Andre Casaca
Preparação de Capoeira: Mestre Dendê
Preparação de Yoga: Swami Munindra Mohan
Programação Visual: Claudio Lira
Residência Artística e Pedagógica: Espaço Fiandeiros e SESC /PE
Assessoria de Imprensa: Moretti Cultura e Comunicação
Produção: Andrezza Alves
Realização: Companhia Circo Godot de Teatro

SERVIÇO TEMPORADA
O quê: Le Petit: Grandezas do ser
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho
Endereço: Rua do Apolo, 121 - Recife
Telefone: (81) 3424.5429
Quando: 06 a 28 de abril, sábados e domingos, às 16h
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) // R$ 10,00 (meia) //
Faixa Etária Indicativa: 08 anos
Duração: 60 minutos

Fonte: Andre Moretti-Assessoria de imprensa

terça-feira, 2 de abril de 2013

CAXUXA ESTARÁ DE VOLTA NESTA QUINTA (04 DE ABRIL) COM OITO APRESENTAÇÕES GRATUITAS



 O musical “Caxuxa” volta à cena nesta quinta (04/04), mas desta vez com muitas novidades, além de serem apresentações gratuitas em diversos lugares, ainda tem gente nova no elenco...

                Um convite à vida colorida a partir da beleza dos sonhos, vozes que brincam e cantam juntas e que trazem ao público a força de letras divertidas com frases como: “Tem que sonhar, porque senão fica chato!” Depois de encantar plateias lotadas em sua primeira temporada e nas apresentações realizadas em 2012, o musical “Caxuxa” volta à cena em espaços públicos, com oito apresentações gratuitas para o público, dentro do projeto 8X Caxuxa, aprovado pelo FUNCULTURA. A caminhada começa nesta quinta (04/04), às 16h30, no Espaço Criança Esperança – Cine Teatro Floriano, em Jaboatão dos Guararapes.
            A agenda segue no sábado, dia 06/04, também às 16h30, no Palco Cultural da Festa da Pitomba, também em Jaboatão. Dias 12 e 13 será em Paulista, no Teatro Paulo Freire. Dia 20 na Praça Pública de Camela, em Ipojuca e dia 21 no Ginásio Municipal de Camaragibe. Sempre às 16h30. Em maio continua: dia 04/05 no Nascedouro de Peixinhos, em Olinda, às 16h30 e dia 05/05 no Sítio da Trindade, no Recife, mais cedo, às 16h.
Toda a peça se passa numa noite, na qual as crianças, ao invés de dormir, resolvem sonhar acordadas. “Caxuxa” dramatiza esses sonhos com muita leveza e alegria, e navega na ideia de que todo ser humano, de qualquer cor, idade, raça ou crença tem sempre o desejo de, em algum momento, se sentir outro, metamorfosear-se. Em cena, jogando com a simplicidade e a criatividade, e corporificando com graça essa criança brincante que há em todo ser humano, o talento das jovens atrizes Anaíra Mahin, Marina Duarte, Aninha Martins (que estreia no elenco substituindo Natascha Falcão) e Olga Ferrario é somado à experiência do ator e também diretor deste espetáculo, Cláudio Ferrario.  Juntos, eles vivem intensamente cada sonho com a certeza de que estes são reais e representam os desejos, a criatividade e a poesia de qualquer pessoa.
O texto original de “Caxuxa” é de Ronaldo Ciambroni, com adaptação e músicas de João Falcão. Cenário e figurinos de Fabiana Pirro em parceria com a equipe. Iluminação de Luciana Raposo. Direção musical de Adriana Milet. As coreografias foram criadas com a participação de todo o elenco e dos diretores, com a colaboração da bailarina Silvia Góes, do Coletivo Lugar Comum. A direção geral é assinada em dupla por Cláudio Ferrário e Lívia Falcão.
 “Caxuxa”, segundo Lívia, é um musical para todas as idades e conta a história de quatro crianças e um homem cego que vivem na rua transformando sua realidade através dos sonhos a cada momento, dando espaço e voz aos “outros” que sempre nos habitam como seres humanos. “Todos temos o desejo de vez em quando de nos sentirmos outro né?”, diz Lívia.

Fonte: Duas companhias/ Silvinha Góes

domingo, 10 de março de 2013

TUDO É TUDO E NADA É NADA


Com pitadas de stand up comedy e show de humor, é a primeira experiência de Marcelo Serrado como autor, após 28 anos de carreira como ator. Teatro da UFPE (Cidade Universitária). Sábado, às 21h e 18h. Ingressos: R$ 70 e R$ 35 (meia-entrada), à venda na Esposende, bilheteria e ww.ingressorapido.com.br. Informações: 3207-5757.

Fonte: Pernambuco.com

segunda-feira, 4 de março de 2013

MENOPAUSA CONJUGAL


Uma brincadeira com o relacionamento conjugal, mostrando os problemas que os casais mais experientes enfrentam. No elenco, Jô Ribeiro, Reyson Santos e Thiago Ambrieel, no Teatro Paulo Freire (Av. Mal. Floriano Peixoto - Centro, Paulista). Domingo às 20h. Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada). Informações: (81) 3437-2866 e 9113-9879.

Fonte: Pernambuco.com

EM NOME DO JOGO


Numa trama com reviravoltas, Marcos Caruso é um escritor de romances policiais que propõe uma série de jogos ao amante de sua mulher, um cabeleireiro italiano, interpretado por Erom Cordeiro. Teatro da UFPE. Sábado, às 21h, e domingo, às 19h. R$ 50 e R$ 25 (meia-entrada). Assinantes do Diario de Pernambuco pagam meia na compra de até um par de ingressos. Informações: 3207-5757.

Fonte: Pernambuco.com