segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Ator e diretor Marcos Paulo morre aos 61 anos no Rio, diz TV


O ator e diretor Marcos Paulo, um dos principais nomes da teledramaturgia brasileira, morreu neste domingo (11), aos 61 anos, no Rio de Janeiro. Ele sofreu uma embolia pulmonar e morreu em casa. A informação foi confirmada pelo canal de notícias Globo News.
No mês de maio de 2011, durante um exame de rotina, Marcos foi diagnosticado com um câncer no esôfago que o levou a vários meses de tratamento em no Hospital São José da Beneficência Portuguesa, em São Paulo. Em agosto, passou por cirurgia para a retirada do tumor e, pouco mais de uma semana internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do local, foi anunciada sua boa recuperação.
Na última semana do mês passado, Paulo realizou uma série de exames que apontaram uma saúde perfeita e a total remissão do tumor, informou a assessoria de imprensa do Hospital São José, onde o processo foi realizado, no dia 31 de outubro.
De acordo com o oncologista Fernando Maluf, Paulo só precisaria, a partir de então realizar novos exames em 2013.

Fonte: Blog de olho na política

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Obras de Mia Couto chegam ao palco Projeto Travessias Poéticas reúne performances sobre o universo do escritor africano

Três espetáculos que levam para o teatro a obra do escritor moçambicano Mia Couto estarão em cartaz no Recife e em Arcoverde, a partir desta terça-feira, até o dia 14 de novembro, no projeto Travessias Poéticas, contemplado pelo Prêmio Procultura, da Funarte. Chuva pasmada, com Eduardo Okamoto e o Grupo Matula Teatro, de São Paulo (Campinas), é inédito no Recife. E abre a sequência de performaces nesta terça, no Teatro Marco Camarotti (Sesc Santo Amaro), com duas sessões: às 16h30 e 19h30. 

Chuva pasmada, com Eduardo Okamoto e Alice Possani, vem de Campinas (SP). Foto: Fernando Stankus/ Divulgação


Os outros dois espetáculos do Travessias Poéticas já foram vistos pelo público local, mas valem ser assistidos outra vez. Gaiola de moscas, do Grupo Peleja, sediado em Olinda, já foi apresentado no Teatro Hermilo Borba Filho, anos atrás. Descreve o cotidiano de um vilarejo em Moçambique, onde as pessoas vendem coisas esdrúxulas, numa realidade triste e, ao mesmo tempo, com uma veia cômica. E Mar me quer, da A Outra Companhia de Teatro, esteve aqui pelo Palco Giratório. Resulta de um intercâmbio entre o grupo, que é da Bahia, e o Clowns de Shakespeare, de Natal (RN). Trata de uma comunidade de pescadores e os atores também cantam em cena.

Já Chuva pasmada é inspirado no romance de mesmo nome de Mia Couto, contando a história de uma chuva que se recusa a cair e molhar a terra. Além das performances, serão realizadas uma oficina de Iniciação Teatral e uma palestra, todos gratuitos. Mais informações no blog da mostra:www.travessiaspoéticas.wordpress.com.


Mar me quer pesquisa universo das comunidades ribeirinhas. Foto: Paula Lyn Carvalho/Divulgação

Veja aqui programação completa:

Projeto Travessias Poéticas

De 06 a 09/11/2012

Espetáculos:

Chuva pasmada
, de Eduardo Okamoto e Grupo Matula Teatro

Terça-feira (06), às 16h30 e às 19h30.

Gaiola de moscas
, do Grupo Peleja

Quarta-feira (07), às 16h30 e  às 19h30.

Mar me quer, da A Outra Companhia de Teatro

Quinta-feira (08), às 16h30 e às 19h30.

Onde: Teatro Marco Camarotti - Sesc Santo Amaro – Rua Treze de Maio, 455, Santo Amaro, Recife/PE. Telefone: (81) 3216-1728

Entrada gratuita: Os ingressos para os espetáculos devem ser retirados uma hora antes de cada sessão na bilheteria do teatro.

Oficina Iniciação Teatral – com Eduardo Okamoto e Alice Possani (Grupo Matula Teatro)

Quando: Quarta-feira (07), das 9h às 13h e das 14h às 18h

Inscrições: contato@grupopeleja.com ou (81) 8538-7700

Onde:  Casarão Peleja - Rua Eustáquio de Carvalho, 29, Carmo, Olinda.

Palestra: Trânsito da Literatura de Mia Couto para a Cena Teatral, com a professora e doutora Francisca Zuleide Duarte de Souza, da Universidade Estadual de Campina Grande (UEPB)

Data: 09/11 às 15h

Onde: Teatro Marco Camarotti - Sesc Santo Amaro – Rua Treze de Maio, 455, Santo Amaro. Telefone: (81) 3216-1728.


Fonte: Pernambuco.com

domingo, 4 de novembro de 2012

Coletivo Lugar Comum estreia novo espetáculo no Recife nesta sexta (02/11) SEGUNDA PELE terá sua primeira temporada na Casa Mecane, sextas, sábados e domingos de novembro, sempre às 20h






“O que te roça a pele de dia e de noite?
Arranha, protege, desnuda?
Tecido, entrelace, sono, textura?
É chique ou dá choque?

Cores vibrantes, materiais naturais,
o frescor dos tons lavados,
é tudo in agora e daqui a pouco de novo.

Romântico também é despir-se,
a ousadia das transparências pode cair bem em você.

Primeiro desvista a pele sobre a pele,
capas que colorem o silêncio aos olhos alheios.
Camadas e camadas de nudez calada.

E a indecência do vento?
Opa, cuidado, as saias curtas e soltas gostam de voar...
Só por isso nunca deveriam sair de moda...”

Cabelo, sorriso, folha, concha do mar,
abraço, cama ou sofá,
tudo vira estampa ou avesso.

Experimentar é a única regra inquebrável.
A temporada pede liberdade...
E sempre se pode tirar os sapatos...

(trechos do texto Segunda Pele, de Silvia Góes)


            “Com que roupa?” A pergunta permeia as histórias pessoais e também os caminhos trilhados pela humanidade. Aquilo que usamos sobre o corpo, o que nos adorna ou o que vestimos, também traz em si as informações culturais, sociais, políticas, as reivindicações, prisões e liberdades, a identidade de um povo, de uma época ou de um homem, de uma criança, de uma mulher. É essa reflexão que o pernambucano Coletivo Lugar Comum leva para cena com a estreia, nesta sexta (02/11), do espetáculo SEGUNDA PELE, projeto incentivado pelo FUNCULTURA, em temporada na Casa Mecane, sempre às 20h, durante as sextas, sábados e domingos de novembro, do dia 02 até o dia 25. A idade mínima para assistir à montagem é de 16 anos.
            Para a montagem de SEGUNDA PELE, a partir da releitura de materiais que têm relação com o significado da moda, das respostas corporais e sensações provocadas no contato, as bailarinas Liana Gesteira, Maria Agrelli e Renata Muniz foram despertando as vontades e reações que se transformaram na expressão da dança em seus corpos. O estudo do figurino, onde tudo começou, teve a participação dos estudantes do Curso Superior de Tecnologia em Design de Moda da Faculdade SENAC Pernambuco, promovendo a convivência prática de novos pesquisadores de artes com as etapas do processo de montagem. Foi com o mesmo intuito que a equipe também contou com a participação dos alunos do Curso de Licenciatura em Dança da UFPE.
O artista, ambientalista e arquiteto Hundertwasser foi quem relacionou o termo “segunda pele” ao vestuário do sujeito. Em sua teoria sobre as “cinco peles” ele define a segunda pele como o passaporte social, relacionando o vestuário com a afirmação do indivíduo em sociedade. Nesse contexto o artista criticou a uniformidade, a simetria e a tirania da moda imposta pela sociedade e passou a estimular o prazer de usar uma segunda pele criativa, original, diferente dos outros, criando suas próprias vestimentas. Essa inspiração esteve presente ao longo de todo o desenvolvimento da nova montagem.
Na passarela da vida, o que veste o espaço além do corpo? Que sons podemos captar a partir do movimento das roupas sobre um corpo dançante? Que desenhos a vestimenta imprime no ambiente compartilhado entre a presença e o ar? Plástico, elástico, arame, vidro, velcro, poliestireno celular rígido, como a nossa pele, o nosso corpo e o outro reagem ao contato? A memória também é uma roupa que usamos? Tecido, costura, cor, vento, textura, raízes, asas, o que tudo isso provoca da superfície ao avesso? A roupa, elemento efêmero que pode ser reformulado, customizado, ressignificado em cena, assim como a própria identidade, é construída e reconstruída a cada momento. Por isso, a imprevisibilidade e a improvisação são alguns dos elementos utilizados no processo de criação. Em SEGUNDA PELE as perguntas e as respostas ganham novos olhares.
Coletivo Lugar Comum - Lugar comum, segundo o escritor Edouard Glissant, é quando um “pensamento do mundo” encontra outro “pensamento do mundo”, criando um espaço de reforço a uma compreensão que é assim ratificada. Para ele, é através da identificação dos novos “lugares comuns”, daqueles que emergem conectados a uma realidade multi-étnica, plurivocal, não etnocêntrica, que é possível construir novos parâmetros para a arte e para a vida na contemporaneidade.
Foi a possibilidade de promover um espaço para o encontro de pensamentos que estimulou o surgimento do Coletivo Lugar Comum, em 2007, na cidade do Recife. E hoje reúne artistas das áreas de performance, dança, música e literatura, além de pesquisadores e técnicos envolvidos com criação artística, com 13 integrantes: Conrado Falbo, Cyro Morais, Juliana Beltrão, Liana Gesteira, Luciana Raposo, Maria Agrelli, Maria Clara Camarotti, Paloma Granjeiro, Priscilla Figueiroa, Renata Muniz, Roberta Ramos, Silvia Góes e Virginia Laraia.
Desde o seu surgimento o Coletivo atua desenvolvendo diferentes ações artísticas. Em 2009, promoveu o projeto Conexões Criativas, um encontro que reuniu coletivos de outros estados do país em uma programação de mostra de espetáculos e debates durante uma semana. Em 2011, o Coletivo participou do Palco Giratório, com a circulação do espetáculo Leve por 33 cidades do Brasil. Desde 2011 promove a apresentação da Noite de Solos Corpos Compartilhados, reunindo quatro performances: Pé de Saudade, Valsa-me, OSSevaO e Topografias do Feminino. Em 2012 participou do projeto Modos de Existir, um encontro de coletivos do Brasil realizado pelo SESC de São Paulo. E desde 2011 realiza JAMs Sessions de dança e música em Recife.

SERVIÇO:
SEGUNDA PELE
Onde: Casa Mecane
            Av. Visconde de Suassuna, 338, Boa Vista, Recife/PE
            Telefone: 3038.0543
Quando: 02, 03, 04, 09, 10, 11, 16, 17, 18, 23, 24 e 25 de novembro
Horário: 20h
Quanto: R$ 15,00 e R$ 7,00 (meia com desconto)

Ficha Técnica

Concepção, criação e coreografia: Liana Gesteira, Maria Agrelli e Renata Muniz
Dançarinas: Liana Gesteira, Maria Agrelli e Renata Muniz
Concepção e criação de figurino: Juliana Beltrão, Maria Agrelli e Maria Ribeiro
Execução de figurino: Xuxu
Colaboração na execução de figurino: Ilka Muniz e Maria Lima
Dramaturgia: Marcelo Sena
Trilha sonora original: Rua (Caio Lima e Hugo Medeiros) + convidados (Cyro Morais e Paulo Arruda)
Criação e execução de iluminação: Luciana Raposo
Operação de Luz: Luciana Raposo e Rodrigo Oliveira 
Criação e execução de cenografia: Luciana Costa Mendes
Assistente de cenografia: Wellington Mendes Junior
Cenotécnico: Almir Negreiros
Preparação corporal: Luiz Roberto
Colaboração poética: Silvia Góes
Produção de criação: Maria Agrelli
Produção da temporada: Hudson Wlamir
Produção geral: Comum de 3 produções artísticas
Design gráfico: Thiago Liberdade
Assessoria de Imprensa : Íntegra Comunicação
Fotos: Breno César e Ju Brainer
Colaboração artística: Coletivo Lugar Comum (Conrado Falbo, Cyro Morais, Maria Clara Camarotti, Paloma Granjeiro, Priscilla Figuerôa, Roberta Ramos, Silvia Góes e Virginia Laraia)
Realização: Coletivo Lugar Comum

Fonte: Coletivo Lugar Comum/ Silvinha Góes

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Comédia ao Vivo


Criado no Hotel Renaissance, em São Paulo, o espetáculo de humor traz 11 participantes. Fabio Rabin, Luiz França e o pernambucano Murilo Gun (da turnê não participam Marcelo Adnet e Dani Calabresa) recebem oito convidados de vários estados do Brasil. Teatro da UFPE (Campus Universitário). Domingo, às 20h. Ingressos: R$ 60 e R$ 30 (meia), à venda na Esposende (shoppings Recife e Tacaruna), bilheteria do teatro e www.ingressorapido .com.br. Informações: (81) 3207-5757.

Fonte: Pernambuco.com

Cegonhas e rodovalhos



Dramaturgia, direção e atuação: Samuel Bennaton. Monólogo de um Pai que sobrevive personificando as intempéries da vida que o deixaram sozinho e isolado. Obra extraída do poema homônimo de Machado de Assis. Teatro Joaquim Cardozo (Rua Benfica, 157, Madalena). Sexta-feira, às 20h. Ingressos: R$ 7 (preço único). Informações: (81) 3227-0657. Até 14 de dezembro.

Fonte: Pernambuco.com

Festival de Circo traz espetáculos de vários países ao Recife

Iniciativa que reúne companhias circenses nacionais e internacionais tem programação até o domingo



Começou a oitava edição do Festival de Circo do Brasil, no Recife, que vai até o domingo (4). O evento, que em seus últimos anos tinha como base a Praça do Arsenal da Marinha, desta vez, tem como espaço principal o Parque Dona Lindu. Atrações nacionais e estrangeiras compõem a programação, que conta com 15 grupos ligados a arte circense. Além do Parque Dona Lindu, também acontecerão apresentações no Teatro Apolo, Teatro Santa Isabel e em alguns pontos das cidade, incluindo outros parques, praças e comunidades carentes. 

Com o tema "A diversão vai quebrar a sua rotina", o objetivo é atingir a sensibilidade de todos, inclusive o púplico adulto. "Temos trazido muitas atrações de circo contemporâneo. Isso de trazer algo novo sai um pouco do público infantil. É um quebra de paradigma de que o circo só pode ter em um formato. Mas, ainda assim também tem números mais tradicionais. Acho que a gente tenta resgatar o antigo e aliar ao atual", fala Karina Hoover, umas das produtoras do Festival, sobre a a programação. Todas as apresentações são gratuitas, com exceção dos espetáculos que acontecem em teatros, cujo preço é de R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).

Seguem abaixo o resumo e horário dos shows que serão apresentados durante os quatro dias do Festival:

Humortal - A funereal street show - Com o Encara Farem Salat - EFS, da Catalunha/ Espanha. Fala da morte de forma bem humorada. O grupo faz uma crítica à nova moda funerária da cremação, que está fazendo com que cada vez menos as pessoas queiram enterrar os seus entes queridos. Os artistas andam pelas ruas da cidade carregando um caixão e interagindo com as pessoas nos parques, bares e lojas. Praia de Boa Viagem. Sexta-feira, às 11h. Cais de Santa Rita. Quinta-feira, às 11h. Alto da Sé(Olinda). Domingo, às 16h30. Gratuito. 

Maravillas - Com o Grupo espanhol Ateneu Popular 9 Barris - Em tom de paródia e irreverência, a narrativa conta a aventura de uma família, terceira geração de artistas de circo, que depois de perder sua tenda e de ver o showbiz progredindo a passos de gigante (mas eles nem tanto) decidem tentar se adaptar aos novos tempos e tendências, fazendo o impossível para mesclar o antigo com o moderno.Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu, Boa Viagem). De quinta-feira a sábado, às 21h. Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada). Informações: (81) 3355-9821.

Île o - Com o Circo Barolosolo, da França. Evoluções sobre e na água, com muita música e poesia. É como se estivéssemos no futuro, quando o nível da água teria aumentado e as pessoas viveriam sempre com os pés mergulhados na água. Parque Dona Lindu (Boa Viagem). Sexta-feira a domingo, das 16h às 20h. Gratuito.

A Carta - Com o Paolo Nani Teater, da Dinamarca. Clássico da comédia criada em 1992 pelo próprio Paolo Nani repete a mesma história, recriando-a de 15 maneiras diferentes, sem que uma palavra seja dita: rebobinagem, de surpresa, sem as mãos, de terror, de circo, com magia, bêbado, em estilo ocidental, como um filme mudo. Teatro de Santa Isabel (Praça da República, s/n, Santo Antônio). Sexta-feira e sábado, às 21h. Domingo, às 20h. Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada). Informações: (81) 3355-3323. 

Acorde - Com a Cia Sebas (Espanha). Montagem do circo-teatro mais próxima ao teatro de objetos, que ganham vida por meio do circo. Considerado pela crítica dinâmico, surpreendente, e cheio de risadas e fantasia. Parque Dona Lindu (Boa Viagem). Sexta-feira e sábado. Alto da Sé (Olinda). Domingo, às 17h30. Gratuito.

Kalabazi - Com a artista suíça Jessica Arpin. Jovem estrangeira que se apaixona pelo país em que está. O seu visto de trabalho está quase expirando, então ela só tem uma solução para não precisar ir embora: se casar. Ela organiza um “desafio de amor” para descobrir quem, entre as pessoas da plateia, seria capaz de se tornar seu marido. Marco Zero. Quinta-feira, às 16h.Parque Dona Lindu (Boa Viagem). Sexta-feira e sábado, das 16h às 20h. Gratuito.

AbraCASAbra! - Com o mágico RaphaSantacruz, caruaruense radicado no Recife. Mescla a arte do ilusionismo com pitadas de humor para dar um toque de magia no atribulado cotidiano das grandes metrópoles. Parque Dona Lindu (Boa Viagem). Sexta-feira a domingo, das 16h às 20h. Gratuito.

Caravana Tapioca - De Pernambuco, participa com dois espetáculos Cavaco e sua Pulga Adestrada, que que conta as peripécias do clown Cavaco e uma pulga que chega de paraquedas, doma uma fera, cospe fogo e demonstra outras habilidades. O outro é O Circo de Lampezão e Maria Botina, história de um casal anônimo que viveu no Sertão: Maria Botina, que em sua solidão da seca, sonha em ser levada por um cangaceiro, e Lampezão, um vaqueiro que finge ser valente para impressioná-la. Em meio a muitas trapalhadas nessa conquista, os dois fazem malabarismos com baldes, número de chicotes, mágicas e demais técnicas circenses. Parque da Jaqueira. Sexta-feira, às 10h. Parque Dona Lindu, no sábado. E Complexo de Salgadinho, domingo, às 16h30. Gratuito.

Tuttotorna -
 Com o Giullari Teatro (Itália). Espetáculo cômico sobre bolas e esferas, com malabarismo, manipulação de objetos, geometria e felicidade. Resulta do encontro do diretor e palhaço brasileiro Flavio Souza com o grupo italiano, que já veio em outras edições do festival. Teatro Apolo (Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife). Sexta-feira e sábado, às 21h. Domingo, às 18h. Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada). Informações: (81) 3355-3318.

Automatárium - 
Com David Berga&Laitrum (Catalunha-Espanha). Instalação teatral inspirada nos caça-níqueis autômatos construídos no final do século 19 e início do 20, sendo usados como atrações das feiras de variedades. Atores ficam dentro de cabines de madeira e vidro, que imitam as construções antigas, ativadas por moedas que o público insere em pequenas aberturas. Quando a moeda é inserida, lâmpadas coloridas se acendem e toca uma música de circense. Eles começam a fazer as mímicas repetitivas dos autômatos, interpretando cenas curtas com elementos de comédia, magia, circo e música. Teatro de Santa Isabel. Sexta-feira, às 20h. Teatro Luiz Mendonça. Sábado, às 20h. 

2& 1/2 Street Vue - Com o Morosof (Espanha). Dois personagens absurdos e grotescos evoluem com o que eles sabem fazer de melhor: acrobacias. Através destas questões, encontrarão uma maneira de se comunicar e de encontrar o seu vínculo. Parque Dona Lindu. Domingo. Gratuito.

CircoStrada -
 Do Rio de Janeiro. Com vários números: Átila, o príncipe da brutalidade, O Oriental e as Adagas Voadoras, Tarja Preta, Entre dois, Tudo o que brilha vê e HappyHooke. O Circo Strada é a junção de sete artistas circenses com diferentes formações que desenvolvem a linguagem do circo e do teatro e dependem da troca com o público para que os seus trabalhos aconteçam. Parque Dona Lindu.Sexta-feira a domingo, das 16h às 20h. Gratuito.

Zão e Zoraida - Com o Grupo Ueba Produtos Notáveis (Caxias do Sul – RS). Os atores Jonas Piccoli e Aline Zilli, com suas experimentações sobre as técnicas de clown e das gags circenses. A montagem reproduz a facilidade de fazer amizades entre as crianças, a busca das coisas em comum, das brincadeiras por vezes já esquecidas e, ao mesmo tempo, resgata a imagem do palhaço circense, as brincadeiras que muitas crianças não conhecem e que muitos pais apenas recordam em suas remotas memórias infantis. Teatro de Santa Isabel. Sexta-feira a domingo, às 16h30. 

A Bandinha - De Recife. Projeto voltado para o público infantil, que toca música de criança para criança. Os músicos utilizam o lúdico para ajudar na formação, brincar com sons e palavras, fazer canções atrativas que prendam a atenção dos pequenos e, ao mesmo tempo, estimulem a dança, os pulos, os sorrisos. Trazendo no repertório desde o Carimbador Maluco, de Raul Seixas, passando por Galinha Pintadinha e Pequeno Cidadão. A ideia é juntar música com brincadeira, histórias e mágica. É formada por Thiago Hoover (voz e guitarra), Luccas Maia (teclados, efeitos e voz), Lucas Araújo (voz e bateria), Peu Lima (baixo e voz) e Vanessa Oliveira (voz, brincadeiras e bagunça). Parque Dona Lindu.Domingo.

Sonho de circo - 
Com a Trupe Circus, da Escola Pernambucana de Circo. Sú e Supisco são dois palhaços que tentam resgatar a magia do circo. Sexta-feira, às 16h30, no Coque. Sábado, às 11h, no Barro. Gratuito.
Fonte: Pernambuco.com

Novo espaço para artes cênicas no Recife Afar, espetáculo da Sete&Oito Cia de Dança, inaugura Sobrado das Artes

A estreia do espetáculo Afar, da Sete&Oito Companhia de Dança, inaugura neste sábado um novo espaço de artes cênicas, no Bairro do Recife. No Sobrado das Artes, os bailarinos e arte-educadores Carlla Amaral e Cleisson Barros fizeram do barro o elemento para expressar suas ideias e movimentos, tratando de temas como nascimento, transformação e morte dos desejos humanos.

O Sobrado das Artes fica no primeiro andar de um casarão na Travessa Tiradentes, ao lado da Capitania dos Portos. O espaço foi transformado para abrigar a montagem e também está aberto para trocas de experiências artísticas com outras companhias de dança e teatro.

Cleisson Ramos e Carlla Amaral partiram do barro para criar a coreografia. Foto: Juliano Mendes da Hora/ Divulgação.

O bailarino Cleisson Barros afirma que o espetáculo se apoia na eterna busca do ser humano pelo sentido de sua trajetória. “O homem desenvolve novas formas de se relacionar com o mundo e consigo mesmo, a partir do momento em que se permite questionar. E nós absorvemos conhecimentos, sentimentos e nos adaptamos ao ambiente e às circunstâncias, tal qual a argila é moldada ao gosto de seu criador. Somos um sinônimo ambulante dela, até o nosso corpo possui o mesmo número de elementos químicos presentes nesta poeira vermelha”, conclui. 

Em Afar, que significa pó, em hebraico, os bailarinos dançam em meio à agua e argila, criando um ambiente para a experimentação sensorial. Eles ficam em cartaz com a montagem até o fim de novembro, aos sábados e domingos, às 20h. Os ingressos custam R$ 10. Informações: (81) 9216-4249 / 8536-7701 / 9967-6265 ou pelos e-mails carlladoamaral@ig.com.br / companhiaseteoito@gmail.com.


Fonte: Pernambuco.com