sexta-feira, 23 de março de 2012

Peça 'Carícias' reestreia no Recife para curta temporada Espetáculo fica em cartaz no Teatro Hermilo Borba Filho até 22 de abril. A peça marcou a estreia do cineasta Leo Falcão como diretor de teatro.

 
A peça "Carícias" reestréia no Teatro Hermilo Borba Filho na sexta-feira (23), para uma curta temporada. Com direção do pernambucano Leo Falcão, ‘Carícias’ ganhou o prêmio da Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco (Apacepe) de melhor espetáculo do ano de 2009, melhor ator para Marcelino Dias e melhor atriz para Cira Ramos.
A peça marcou a estreia do cineasta Leo Falcão como diretor de teatro. Mais acostumado ao cinema, ele conta que dirigir o espetáculo foi um desafio instigante. “Eu gostei muito da experiência, inclusive do resultado, de ter conseguido brincar um pouco mais com o espaço. Foi muito instigante sair desse universo do cinema. O bacana disso tudo é ver que depois de dois anos, a peça tem uma cara, uma densidade própria”, conta o diretor, que pretende, futuramente, investir mais na carreira no teatro.
 “Carícias” tem no elenco Ana Claudia Wanguestel, Carlos Lira, Cira Ramos, Marcelino Dias, Paula de Renor e Rodrigo García. Com texto do dramaturgo catalão Sergi Belbel, a peça explora os relacionamentos do homem urbano contemporâneo ao revelar situações limites das relações afetivas e comunicação humana, tendo como cenário o cotidiano de uma grande metrópole. “Essa peça em si é uma experiência que propõe algo muito subjetivo. O melhor é ir com o coração aberto. Quem já assistiu e quiser rever, provavelmente vai ter um sentimento diferente. A peça é como uma pintura, quando você vê de novo, encontra novos aspectos que não tinha reparado antes”, pondera o diretor.
 Fonte: G1-Pernambuco.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Ariano Suassuna-continuação.


Advocacia e teatro

Na Faculdade de Direito do Recife, conheceu Hermilo Borba Filho, com quem fundou o Teatro do Estudante de Pernambuco. Em 1947, escreveu sua primeira peça, Uma mulher vestida de Sol. Em 1948, sua peça Cantam as harpas de Sião (ou O desertor de Princesa) foi montada pelo Teatro do Estudante de Pernambuco. Seguiram-se Auto de João da Cruz, de 1950, que recebeu o Prêmio Martins Pena, o aclamado Auto da Compadecida, de 1955O Santo e a Porca - O Casamento Suspeitoso, de 1957A Pena e a Lei, de 1959A Farsa da Boa Preguiça, de 1960, e A Caseira e a Catarina, de 1961.
Entre 1951 e 1952, volta a Taperoá, para curar-se de uma doença pulmonar. Lá escreveu e montou Torturas de um coração. Em seguida, retorna a Recife, onde, até 1956, dedica-se à advocacia e ao teatro.
Em 1955, Auto da Compadecida o projetou em todo o país. Em 1962, o crítico teatral Sábato Magaldi diria que a peça é "o texto mais popular do moderno teatro brasileiro". Sua obra mais conhecida, já foi montada exaustivamente por grupos de todo o país, além de ter sido adaptada para a televisão e para o cinema.
Em 1956, afasta-se da advocacia e se torna professor de Estética da Universidade Federal de Pernambuco, onde se aposentaria em 1994. Em 1976, defende sua tese de livre-docência, intitulada "A Onça castanha e a Ilha Brasil: uma reflexão sobre a cultura brasileira".
Ariano acredita que: "Você pode escrever sem erros ortográficos, mas ainda escrevendo com uma linguagem coloquial."


Movimento Armorial

Para maiores informações acesse o artigo completo sobre o Movimento Armorial.
Ariano foi o idealizador do Movimento Armorial, que tem como objetivo criar uma arte erudita a partir de elementos da cultura popular doNordeste Brasileiro. Tal movimento procura orientar para esse fim todas as formas de expressões artísticas: músicadançaliteraturaartes plásticasteatrocinemaarquitetura, entre outras expressões.
Obras de Ariano Suassuna já foram traduzidas para inglês, francês, espanhol, alemão, holandês, italiano e polonês.[3]


Academia Pernambucana de Letras

Em 1993, foi eleito para a cadeira 18 da Academia Pernambucana de Letras, cujo patrono é o escritor Afonso Olindense.


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 Academia Brasileira de Letras

Desde 1990, ocupa a cadeira 32 da Academia Brasileira de Letras, cujo patrono é Manuel José de Araújo Porto Alegre, o barão de Santo Ângelo.


Academia Paraibana de Letras

Assumiu a cadeira 35 na Academia Paraibana de Letras em 9 de outubro de 2000, cujo patrono é Raul Campelo Machado, sendo recepcionado pelo acadêmico Joacil de Brito Pereira.


Obras selecionadas

  • Uma mulher vestida de Sol, (1947);
  • Cantam as harpas de Sião ou O desertor de Princesa, (1948);
  • Os homens de barro, (1949);
  • Auto de João da Cruz, (1950);
  • Torturas de um coração, (1951);
  • O arco desolado, (1952);
  • O castigo da soberba, (1953);
  • O Rico Avarento, (1954);
  • Auto da Compadecida, (1955);
  • O casamento suspeitoso, (1957);
  • O santo e a porca, (1957);
  • O homem da vaca e o poder da fortuna, (1958);
  • A pena e a lei, (1959);
  • Farsa da boa preguiça, (1960);
  • A Caseira e a Catarina, (1962);
  • As conchambranças de Quaderna, (1987);
  • Fernando e Isaura, (1956)"inédito até 1994".


Romance


Poesia

  • O pasto incendiado, (1945-1970);
  • Ode, (1955);
  • Sonetos com mote alheio, (1980);
  • Sonetos de Albano Cervonegro, (1985);
  • Poemas (antologia), (1999).
Fonte: Wikipédia-a enciclopédia livre.

terça-feira, 20 de março de 2012

Ariano Suassuna


Ariano Vilar Suassuna (João PessoaParaíba16 de junho de 1927) é umdramaturgoromancista e poeta brasileiro.
Ariano Suassuna, um defensor da cultura do Nordeste, é um dramaturgo brasileiro, autor de Auto da Compadecida e A Pedra do Reino.

Biografia

Ariano Vilar Suassuna nasceu em João Pessoa, aos 16 de junho de 1927, filho de Cássia Villar e João Suassuna. No ano seguinte, seu pai deixa o governo da Paraíba e a família passa a morar no sertão, na Fazenda Acauhan, em Taperoá.
Com a Revolução de 30, seu pai foi assassinado por motivos políticos no Rio de Janeiro e a família mudou-se para Taperoá, onde morou de 1933 a 1937. Nessa cidade, Ariano fez seus primeiros estudos e assistiu pela primeira vez a uma peça de mamulengos e a um desafio de viola, cujo caráter de “improvisação” seria uma das marcas registradas também da sua produção teatral.
A partir de 1942 passou a viver no Recife, onde terminou, em 1945, os estudos secundários no Ginásio Pernambucano e no Colégio Osvaldo Cruz. No ano seguinte iniciou a Faculdade de Direito, onde conheceu Hermilo Borba Filho. E, junto com ele, fundou o Teatro do Estudante de Pernambuco. Em 1947, escreveu sua primeira peça, Uma Mulher Vestida de Sol. Em 1948, sua peça Cantam as Harpas de Sião (ou O Desertor de Princesa) foi montada pelo Teatro do Estudante de Pernambuco. Os Homens de Barro foi montada no ano seguinte.
Em 1950, formou-se na Faculdade de Direito e recebeu o Prêmio Martins Pena pelo Auto de João da Cruz. Para curar-se de doença pulmonar, viu-se obrigado a mudar-se de novo para Taperoá. Lá escreveu e montou a peça Torturas de um Coração em 1951. Em 1952, volta a residir em Recife. Deste ano a 1956, dedicou-se à advocacia, sem abandonar, porém, a atividade teatral. São desta época O Castigo da Soberba (1953), O Rico Avarento (1954) e o Auto da Compadecida (1955), peça que o projetou em todo o país e que seria considerada, em 1962, por Sábato Magaldi “o texto mais popular do moderno teatro brasileiro”.
Em 1956, abandonou a advocacia para tornar-se professor de Estética na Universidade Federal de Pernambuco. No ano seguinte foi encenada a sua peça O Casamento Suspeitoso, em São Paulo, pela Cia. Sérgio Cardoso, e O Santo e a Porca; em 1958, foi encenada a sua peça O Homem da Vaca e o Poder da Fortuna; em 1959, A Pena e a Lei, premiada dez anos depois no Festival Latino-Americano de Teatro.
Em 1959, em companhia de Hermilo Borba Filho, fundou o Teatro Popular do Nordeste, que montou em seguida a Farsa da Boa Preguiça (1960) e A Caseira e a Catarina (1962). No início dos anos 60, interrompeu sua bem-sucedida carreira de dramaturgo para dedicar-se às aulas de Estética na UFPE. Ali, em 1976, defende a tese de livre-docência A Onça Castanha e a Ilha Brasil: Uma Reflexão sobre a Cultura Brasileira. Aposenta-se como professor em 1994.
Membro fundador do Conselho Federal de Cultura (1967); nomeado, pelo Reitor Murilo Guimarães, diretor do Departamento de Extensão Cultural da UFPE (1969). Ligado diretamente à cultura, iniciou em 1970, em Recife, o “Movimento Armorial”, interessado no desenvolvimento e no conhecimento das formas de expressão populares tradicionais. Convocou nomes expressivos da música para procurarem uma música erudita nordestina que viesse juntar-se ao movimento, lançado em Recife, em 18 de outubro de 1970, com o concerto “Três Séculos de Música Nordestina – do Barroco ao Armorial” e com uma exposição de gravura, pintura e escultura. Secretário de Cultura do Estado de Pernambuco, no Governo Miguel Arraes (1994-1998).
Entre 1958-79, dedicou-se também à prosa de ficção, publicando o Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta (1971) e História d’O Rei Degolado nas Caatingas do Sertão / Ao Sol da Onça Caetana (1976), classificados por ele de “romance armorial-popular brasileiro”.
Ariano Suassuna construiu em São José do Belmonte, onde ocorre a cavalgada inspirada no Romance d’A Pedra do Reino, um santuário ao ar livre, constituído de 16 esculturas de pedra, com 3,50 m de altura cada, dispostas em círculo, representando o sagrado e o profano. As três primeiras são imagens de Jesus Cristo, Nossa Senhora e São José, o padroeiro do município.
Membro da Academia Paraibana de Letras e Doutor Honoris Causa da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2000).
Em 2004, com o apoio da ABL, a Trinca Filmes produziu um documentário intitulado O Sertão: Mundo de Ariano Suassuna, dirigido por Douglas Machado e que foi exibido na Sala José de Alencar.

Em 2002, Ariano Suassuna foi tema de enredo no carnaval carioca; em 2008, foi novamente tema de enredo, desta vez da escola de samba Mancha Verde no carnaval paulista.
Em 2006, foi concedido título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do Ceará, mas que veio a ser entregue apenas em 10 de junho de 2010, às vésperas de completar 83 anos. "Podia até parecer que não queria receber a honraria, mas era problemas de agenda", afirmou Ariano, referindo-se ao tempo entre a concessão e o recebimento do título.[1]

Estudos

Em 1942, ainda adolescente, Ariano Suassuna muda-se para cidade do Recife, no vizinho estado de Pernambuco, onde passou a residir definitivamente. Estudou o antigo ensino ginasial no renomado Colégio Americano Batista, e o antigo colegial (ensino médio), no tradicionalíssimo Ginásio Pernambucano e, posteriormente, no Colégio Oswaldo Cruz. Posteriormente, Ariano Suassuna concluiu seu estudo superior em Direito (1950), na célebre Faculdade de Direito do Recife, e em Filosofia (1964.)
De formação calvinista e posteriormente agnóstico, converteu-se ao catolicismo, o que viria a marcar definitivamente a sua obra.[2]
Ariano Suassuna estreou seus dons literários precocemente no dia 7 de outubro de 1945, quando o seu poema "Noturno" foi publicado em destaque no Jornal do Commercio do Recife.
Fonte: Wikipédia- a enciclopédia livre.

Amanhã tem mais sobre esse importante dramaturgo brasileiro.

sábado, 17 de março de 2012

Depoimento de um amante do teatro...

"Pois é...quem era belo jardim...quem diria que aqui já foi a terra do teatro e do cinema...hoje em dia só tem bebedeira...é reconhecido por muita gente lá fora como a terra de cachaceiros!...tentei, tentei com todas as minhas forças...até onde deu, para mudar essa realidade...trazer de volta a cidade o gosto pelo teatro e cinema também, pq não...mas infelizmente só tive muita angustia, decepção, tristeza...o povo daqui só dar valor as bebedeiras e festas...cultura...issoé ilusão por aqui...triste...muito triste...tive de esticar em um cabide para sempre (ou até Deus sabe...)o amor pelo teatro...fui obrigado a sucumbir dentro de mim meu amor por esta arte tão linda e maravilhosa que é teatro..."

Palavras de Ellyson Martins.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Jogo Coreográfico com o Acupe Grupo de Dança



Acontece neste final de semana (17 e 18), no Teatro Hermilo Borba Filho, a performance “Jogo Coreográfico”. O projeto reúne dança, improvisação e interatividade com a participação do público. A direção fica por conta da professora de dança e coreógrafa carioca Lígia Tourinho.

A ideia surgiu em 2005 como metodologia para composição coreográfica e hoje o projeto possui um lado artístico-pedagógico que congrega workshops, oficinas e residências coreográficas, além de um lado performático que incorpora espetáculos, performances e intervenções de rua.

SERVIÇO:
Performance “Jogo Coreográfico”
Dias 17 (sábado) e 18 (domingo) de março, às 20h
Teatro Hermilo Borba Filho (Av. Cais do Apolo, s/n, Bairro do Recife)
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (crianças, estudantes, professores com carteira e maiores de 60 anos)
Duração: 40 minutos
Informações: 3355-3321 e 3355-3319 



Fonte: Acontece no Recife.

Murilo Gun - stand up comedy "Propaganda enganosa"!!!



Para rir com Murilo Gun
Humorista pernambucano mostra show solo completo pela primeira vez no Recife

O comediante Murilo Gun finalmente faz sua estreia em casa. Sucesso em mais de 30 cidades como Rio de Janeiro, Goiânia, Blumenau e Curitiba, o stand up comedy "Propaganda enganosa" estará no palco do Teatro da UFPE, dia 18 de março, a partir das 20h.

O público pernambucano se acostumou a ver Gun abrindo os principais shows de stand up no Recife. Mostrou 15 minutos de seu repertório antes de Marcelo Adnet, Danilo Gentilli, Rafinha Bastos, Fábio Porchat, Rafael Cortez subir ao palco. Agora, o artista considerado um dos dez melhores comediantes do País em 2010, segundo publicação do UOL, apresenta seu solo completo na capital.

Acompanhado de banquinho e microfone, Gun faz de cada espetáculo um show único. O roteiro pode ser alterado minutos antes de entrar no palco. "O critério é bem pessoal: eu falo o que eu estou afim de falar. Tem texto que a gente perde o tesão por ter falado demais, ou porque o assunto ficou chato. Tem uns bem factuais, criados em cima da hora da apresentação", diz.

Honrando os parceiros conterrâneos, Murilo Gun convidou humoristas pernambucanos para darem uma palhinha no seu palco. Hugo Esteves, Gustavo Pardal e Bruno Romano estão entre os que farão do show uma noite de celebração da comédia pernambucana.

CARREIRA - Murilo Gun, 28 anos, é o pioneiro do stand-up comedy no Nordeste. Apresentou o primeiro show de comédia em 2006 na Roxxy, no Recife, mesma época em que participou do “Open Mic” do Clube da Comédia Stand-up, em São Paulo. Seus vídeos já foram vistos por mais de 5 milhões de pessoas no Youtube. Gun participou de diversos programas de TV, como Fantástico, Programa do Jô, Gugu, Show do Tom, Tudo é Possível, Agora é Tarde, Domingão do Faustão e A Praça é Nossa. 

Como redator de humor, criou o personagem Abelardo Ninguém (www.abelardoninguem.com.br) em parceria com o blogueiro Rodrigo Fernandes e o ator Fábio Silvestre e criou o roteiro da campanha “Fazer Diferente – Entrevista com o Estagiário” (www.fazerdiferente.com.br), sucesso na web. Também criou o blog de contos eróticos “Os Amores de Amando” (www.osamoresdeamando.com.br), o blog de crônicas “Cotidianus” (www.cotidianus.com.br), o videolog “Minhas Teorias” (www.minhasteorias.com.br), além de escrever roteiros para as séries “Graficomédia” e “Pequeno Manual da Vida”, ambas do blog Jacaré Banguela (www.jacarebanguela.com.br).

No Recife, cumpriu temporadas no Musique, Gio Pizzeria, Manhattan, Jardins e Spirit Music Hall, sempre com convidados do quilate de Fernando Caruso, Danilo Gentilli, Marcelo Mansfield, Oscar Filho. Em 2009, fundou, ao lado de Hugo Esteves e Nil Agra, o grupo de stand-up comedy “TriPÉ da Comédia”, que ficou em cartaz no Teatro Barreto Júnior e, desde 2010, está toda quarta-feira no bar Camaleão. Hoje, Gun é o mestre de cerimônias do "Improvável", espetáculo da cia. Barbixas de Humor, um dos grandes sucessos no País. O pernambucano é ainda um dos comediantes mais atuantes no Comedians Comedy Club, em São Paulo, a única legítima casa de comédia do Brasil.

Antes de estourar como humorista, Murilo já se destacava na área de informática. Aos 14 anos, ganhou o prêmio iBest com o melhor site pessoal do Brasil e foi entrevistado no programa do Jô Soares. No ano seguinte, faturou o bicampeonato e foi convidado a fazer parte do corpo de jurados. Aos 15, recebeu a medalha de honra ao mérito José Mariano, da Câmara Municipal do Recife, sendo o mais jovem a receber tal comenda. Em 1999, fundou a BIT – Business Intelligence & Technology, empresa especializada em projetos para internet, e implantou o Peça Comida, site de pedidos de delivery via web. Em 2000, lançou o livro “Comércio eletrônico: mercado de oportunidade” (Ed. Sebrae, 2000), em parceria com Felipe Haeckel. Formou-se em Administração de Empresas pela Universidade de Pernambuco e passou a ser sócio da Cartello, empresa especializada em soluções para internet. Em 2008, concluiu MBA em Gestão de Negócios pelo IBMEC Business School e lançou seu 2° livro, “Estratégias de E-mail Marketing: como obter resultados através do marketing direto na Internet” (Ed. Brasport, 2008), com Bruno Queiroz.

*Fotos em alta resolução disponíveis em http://www.murilogun.com.br/fotos/


SERVIÇO
Murilo Gun em "Propaganda enganosa"
Dia 18 de março (domingo), às 20h
Teatro da UFPE - Campus Universitário
Ingressos: R$ 50 e R$ 25 (meia), à venda na Esposende dos shoppings Recife e Tacaruna e na bilheteria do teatro
Informações: 3207-5757



Fonte: Web 40 Graus.

“Auto da Compadecida” em cartaz no Teatro João Lyra Grupo cênico do TEA volta a encenar comédia regionalista e espera arrecadar recursos para participar do Festival Nacional de Curitiba, no mês de abril



O TEA (Teatro Experimental de Arte) agendou para este mês mais uma temporada do espetáculo "Auto da Compadecida". As apresentações acontecem nos dias 16, 17, 23, 24 e 25, sempre às 20h, no Teatro João Lyra Filho. Atual recorde do teatro adulto pernambucano - e nacional, já que esta é a montagem com texto de Ariano Suassuna há mais tempo em cartaz no país -, a peça consagrou-se como um dos maiores sucessos do nosso teatro inegavelmente. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada) e estarão à venda na bilheteria do teatro. A produção do espetáculo é de Arary Marrocos, com direção de José Carlos da Silva e Argemiro Pascoal.
De acordo com Arary Marrocos, a meta do grupo é arrecadar recursos para custear a viagem a Curitiba, onde participarão do Festival Nacional de Teatro daquela cidade. "A equipe é formada por 18 pessoas. Precisamos financiar a viagem", conta a atriz, ressaltando a dificuldade que os artistas sempre encontram para participar de eventos como este. O Festival Nacional de Curitiba é um dos mais importantes do segmento no país e acontecerá nos dias 5, 6, 7 e 8 de abril. O TEA, que é também Ponto de Cultura, vai levar para a capital paranaense sua divertida adaptação do "Auto da Compadecida" e foi, mais uma vez, o único grupo do Norte e Nordeste selecionado para o evento. Em 2010, eles apresentaram "A Metamorfose", com grande sucesso de público e elogio da crítica.
O Festival de Teatro de Curitiba completa 21 edições este ano, mas há muito tempo já está consolidado no país como a grande vitrine dos artistas e companhias de teatro do Brasil e do exterior. E não é à toa que hoje a cidade é referência no cenário teatral brasileiro e tem seu espaço reservado na agenda cultural do país. Mais de 3 mil espetáculos já fizeram parte dessa história. Entre teatros e outros espaços tradicionais, a cultura marca presença há 21 edições em barracões, ruas, praças, bares e os mais diversos locais de Curitiba. O festival reúne, além de muito teatro, apresentações de dança, circo, stand-up, improviso, teatro físico e gastronomia.
O Auto da Compadecida é uma peça teatral em forma de auto, dividida em três atos, escrita por Ariano em 1955 e publicada em 1957. O texto projetou Ariano para todo o país e foi considerado, em 1962, por Sábado Magaldi, como "o texto mais popular do moderno teatro brasileiro". A primeira versão para o cinema foi filmada em 1969, na cidade de Brejo da Madre de Deus, com o título "A Compadecida". O elenco era composto por atores como Armando Bogus, Antonio Fagundes e Regina Duarte. O texto foi transformado em minissérie, exibida pela TV Globo em 2000.

Fonte: Jornal Vanguarda.