sábado, 20 de agosto de 2011

Músical Branca de Neve na Praça do Arsenal


No domingo, a dica para a criançada é assistir o musical infantil Branca de neve e os sete anões, com produção da Academia fátima Freitas. A peça encena o famoso filme da Disney e é baseada no conto dos irmãos Grimm. Os pequenos ainda poderão participar de shows de talentos, oficinas, jogos e brinquedoteca. Os eventos acontecem na Praça do Arsenal da Marinha, no Bairro do Recife. A programação é gratuíta e integra o projeto Viva o Recife Antigo.

fonte : Jornal do Commercio/ Caderno C.

A turma da Mônica anima da trindade

Foto : Google

Ainda para as crianças, o Sítio Trinade apresenta espetáculo infantil A Turma da Mônica, no domingo, a partir das 16h. O espetáculo tem a direção de Hugo Raffael e coreografias de Rodrigo Motta. Na peça, Cascão e Cebolinha querem provar pra Mônica e Magali que as brincadeiras de meninos são mais legais que as de meninas, além de elaborarem planos incríveis para roubar o coelhinho da Mônica. A entrada é gratuíta. No Teatro Hermilo Borba Filho.

Fonte : Jornal do Commercio/ Caderno C.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

CIA MÁSCARAS DE TEATRO ESTREIA NOVO ESPETÁCULO INFANTIL NESTE SÁBADO (20)




A Cia Máscaras de Teatro estreia seu novo espetáculo neste final de semana. O infantil “Valentim e o Boizinho de São João” conta, através da linguagem dos bonecos, o atrapalhado encontro de Valentim com o Bumba-meu-boi. Tentando desatar os nós de Mateus e Catirina, Valentim se mete no meio de uma grande confusão envolvendo muita gente: Santo, Babau, Doutor e Dona Maria-da-ema. A peça tem música ao vivo e conta com vários efeitos especiais. O espetáculo entra em cartaz no Teatro Joaquim Cardozo, aos sábados e domingos, sempre às 16h30.
A realização é da Cia Máscaras de Teatro. O texto é de autoria de Ricardo Araujo e a direção da montagem é do ator, artesão, produtor e diretor Sebastião Simão Filho. A confecção dos bonecos é da equipe da Cia Máscaras de Teatro e a pintura foi de Lupércio Calabar. Os bonecos são todos de manipulação direta e por trás dos divertidos personagens estarão os atores-manipuladores Diego Lucena, Hellen Lailla, Renata Alves, o próprio Sebastião Simão Filho e Carlos da Cia Máscaras. A sonoplastia é assinada por Luiz Manuel e Diana.
 “Tem uma coisa que me apaixona no teatro infantil, é que é um momento de encontro familiar”, diz Sebastião, adiantando que a peça atinge todas as faixas etárias.
Foi no final de 2002 e comecinho de 2003 que os artistas da Cia Máscaras de Teatro arrumaram as malas e chegaram ao Recife, estimulados a encarar o desafio pelo diretor Sebastião Simão Filho, que na época tinha 38 anos. Nascido no ano 2000 em Petrolina, o grupo decidiu pegar a estrada com o sonho de viver da sua arte. Deu certo. É verdade que alguns integrantes desistiram, outros migraram para outros grupos, por alguns momentos o trabalho até parecia ter morrido, mas novos alunos entraram, se formaram, e a companhia continua viva até hoje. O paraibano Sebastião Simão Filho é um amante do teatro e da literatura desde a adolescência. Fez um curso na Europa com Eugenio Barba, ícone do teatro dos séculos XX e XXI, e determinou que levaria a sua arte para gente de todas as idades enquanto estivesse vivo. Atualmente realiza uma série de atividades na Cia Máscaras de Teatro, incluindo oficinas para atores, confecção de bonecos e outras atividades.

Serviço:
Valentim e o Boizinho de São João
Teatro Joaquim Cardozo
Sábados e domingos, às 16h30
Informações: 8727.7093

Fonte : Cia Máscaras de Teatro/Silvinha Góes.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Prefeitura de Garanhuns promove curso de Iniciação ao Teatro



Sendo realizado pelo segundo ano consecutivo, o Projeto Vem Ver Teatro, realizado pela Prefeitura de Garanhuns, através da Secretaria de Cultura, está convidando crianças e adolescentes, com idade a partir dos 11 anos, para participar de um curso de Iniciação ao Teatro, com inscrições gratuitas.
Colégio Estadual, no centro da Cidade; Escola São Cristóvão, na comunidade da Liberdade; Clube da Vivência, na Cohab 1; Escola Simoa Gomes, na Cohab 2 e Escola Duque de Caxias, na Vila do Quartel, são alguns locais onde o curso será ministrado.
Para realizar inscrição, os interessados devem comparecer nestes pontos, a partir desta quarta-feira (17), até a próxima sexta-feira (19), no horário das 19 às 22h. Serão apenas 25 (vinte e cinco) vagas por localidade.

Fonte : Blog Agenda Garanhuns.

Samir Yazbek

Foto de Samir Yazbek-fonte: Google.


O REGULAMENTO em SP
"Samir Yazbek coloca em cena, frente a frente, Deus e o Homem, num texto inteligente, perspicaz e original. Criador e criatura, ambos humanizados, têm uma discussão profunda e divertida sobre a finalidade da vida – ou o sentido da morte. A peça de Yazbek propõe uma reflexão interessante sobre temas transcendentais, num espetáculo que recebeu primorosa direção de William Pereira". Aguinaldo Ribeiro da Cunha (Diário de São Paulo)
"A qualidade do texto prende a atenção do espectador. (...) Vale conferir". Maria Lúcia Candeias (Gazeta Mercantil)
"Samir Yazbek, em O Regulamento, retoma a sobriedade da alegoria religiosa para dramatizar o inesgotável tema da crise metafísica do homem contemporâneo". Mariângela Alves de Lima (O Estado de São Paulo)
A MÁSCARA DO IMPERADOR em SP
"Os ideais calam ante a máscara de ferro de quem possui (ou é possído pelo) poder: concessões, omissões, sordidez, eufemismos. A 'atemporal' alegoria escrita por Samir Yazbek - com os atores - tem sua força crítica salientada pela economia cênica e bom ritmo desta montagem". Caderno Mais (Folha de São Paulo)
"O texto, de Samir Yazbek (A Terra Prometida e O Fingidor), possui fina ironia e remete à história recente de qualquer país latino-americano que tenha colocado o trem da economia à frente do carrinho de necessidades básicas da população". Cristian Avello Cancino (Istoé Gente)
"O autor mantém com bastante pulso o controle da narrativa, a qual empresta tom referencial que remete a fatos e episódios do exercício da política. Samir Yazbek constrói uma trama hábil de conchavos e acertos para a manutenção e o equilíbrio das forças no poder, descartadas as peças já inúteis". Macksen Luiz (Jornal do Brasil)
"Aliás, já se sabe que Yazbek é bom dramaturgo. (...) Ninguém duvida de suas habilidades na construção dramática propriamente dita. (...) Por suas qualidades, A Máscara do Imperador merece ser vista por todo mundo que gosta de teatro de texto. Pois é uma boa obra tanto na montagem como em matéria de elenco". Maria Lúcia Candeias (Gazeta Mercantil)
"Em múltiplos sentidos assistir A Máscara do Imperador, novo texto de Samir Yazbek, é prazeroso. Combinando excelência literária, desempenho do elenco, direção enxuta – bem a calhar – de William Pereira e o impulso ao questionamento digno de um Hamlet – agir ou não? – a peça, que está em cartaz no Galpão do Sesc Belenzinho, certamente é uma das mais intrigantes da temporada rica quantitativamente mas que, qualitativamente, deixa a desejar". Michel Fernandes (Aplauso Brasil)
"Apesar do potencial panfletário, a trama trilha o caminho da ironia, que recai sobre as íntimas relações entre os personagens. (...) O diretor William Pereira estruturou a cena com base na movimentação das peças de um tabuleiro de xadrez. A idéia serve bem ao texto de Yazbek. (...) Seu novo espetáculo vale-se da pertinência do tema e das boas interpretações para conquistar a platéia". Mônica Santos (Veja São Paulo)
"Yazbek toca no velho nervo exposto da política: não verás país algum no toma-lá-dá-cá". Valmir Santos (Folha de São Paulo)
A ENTREVISTA em SP
"Samir Yazbek volta com outra profunda sondagem da alma humana, como fizera lindamente em O Fingidor, esmiuçando o nojo existencial de uma escritora, tomada ainda por uma crise de criatividade artística. Yazbek é – ao lado de Luís Alberto de Abreu – de longe, o mais adulto de seus colegas de geração". Afonso Gentil (Aplauso Brasil)
"Com absoluta candura, o texto concentra-se sobre o impulso criador (...) O assunto é uma reflexão ética sobre o fazer artístico (...) Nesta peça, em que a tarefa é evidenciar um processo introspectivo (...)" Mariângela Alves de Lima (O Estado de São Paulo)
"Nunca Samir Yazbek esteve tão strindberguiano como em A Entrevista: a obediência estrita à unidade de tempo e espaço, fazendo a peça se desenrolar em tempo real, na duração de um programa de TV, com cada gesto e fala sendo controlados por câmeras que se adivinham, dão ao espetáculo uma estrutura rigorosa, que exige uma grande maturidade dos artistas e público envolvidos. Essa falta de concessões garante o fascínio da montagem". Sérgio Salvia Coelho (Folha de São Paulo)
"Escritora de sucesso enfrenta uma crise de identidade e ainda é obrigada a revelar problemas pessoais em um programa de entrevistas, sob o comando do ex-marido. Em linhas gerais, eis o resumo de A Entrevista, a mais recente peça de Samir Yazbek. O confronto, porém, permite ao espectador descobrir uma encenação que finalmente valoriza a palavra, dispensando recursos técnicos que servem apenas para entreter". Ubiratan Brasil (O Estado de São Paulo)
"A palavra é salvaguarda da personagem de Lígia Cortez em expiação amorosa pela TV (...) Lígia Cortez disseca o ato criador pelas palavras de Yazbek"." Valmir Santos (Folha de São Paulo)
O INVISÍVEL em SP
"O Invisível, de Samir Yazbek, um dos melhores autores da atual geração desde O Fingidor, agora num embate plangente entre um jovem e um velho, ou, no plano fabulístico, entre os abismos que separam irremediavelmente as gerações, usando da sempre eletrizante dialética pirandeliana. Grande momento do sempre excelente ator Helio Cicero, bem acompanhado por um Daniel Warren em franca ascensão" Afonso Gentil (Site Aplauso Brasil)
"Não quero saber nem de 'contudos', nem de literatices: O Invisível é teatro puro, quente! E essa união, Samir, Maucir e Helio, é estupenda". Antunes Filho (diretor teatral)
"O riso fácil e as situações corriqueiras não têm vez na dramaturgia do paulistano Samir Yazbek. Em O Invisível, sua sétima peça, o ator Helio Cicero aparece na escuridão do palco na maior parte do tempo. Ele dá corpo e voz a um homem que garante não ser visto por ninguém – exceto pelo rapaz (Daniel Warren) que acabou de conhecer. O jovem é, portanto, sua única esperança para contatar o filho que o ignora. Dirigidos por Maucir Campanholi, os atores conduzem um tenso e inusitado diálogo sobre as relações humanas. Seu desfecho abrupto e sem respostas deixa com a platéia o difícil exercício de reflexão". Mônica Santos (Revista Veja São Paulo)
"Assim, parece que Samir Yazbek encontrou a forma adequada para expor sua visão de mundo no teatro (...) Em O Invisível revela o tom poético, dentro de forma exata, adequada e econômica, para expor sua visão pessimista das relações humanas nos dias atuais. No curto percurso de uma peça para a outra (A Entrevista), o autor revela ter conquistado domínio técnico na articulação de estilos para a depuração do seu estilo pessoal (...) A massa dramática, puxada para o expressionismo e resvalando no melodrama com que Helio Cicero desenha o homem 'invisível', conseguindo na longa cena inicial sustentá-lo cenicamente apenas com a voz, contrasta com a 'naturalidade' esquálida com que Daniel Warren compõe o jovem. O contraste é cheio de significado e muito bem administrado pelos dois atores, proporcionando à encenação uma qualidade metafísica e transcendental, dando vigor e beleza ao espetáculo". Sebastião Milaré (Site Antaprofana)
AS FOLHAS DO CEDRO em SP
“As Folhas do Cedro é um acerto no texto, no elenco e na direção”. Antunes Filho (diretor teatral)
“Baseado em um personagem real – o poeta Fernando Pessoa (1888-1935) –, o dramaturgo Samir Yazbek atingiu o auge com a peça O Fingidor (1999). Uma década depois, com As Folhas do Cedro, ele reencontra a inspiração ao traçar um paralelo entre um drama íntimo ficcional e uma questão da vida brasileira”. Dirceu Alves Jr. (Revista Veja São Paulo)
“Temos certeza que, se obstáculos maiores não forem colocados no caminho de Yazbek (...), teremos garantido uma contribuição mais contundente para a moderna dramaturgia brasileira, do que fizeram antes Jorge Andrade, Naum Alves de Sousa, ou mesmo Vianinha (Oduvaldo Vianna Filho), quando este último se dedicava à reconstrução da família brasileira, nos palcos”. Jair Alves (Site Cooperativa Setenta e Nove)
“Magia, palavra fácil, mas é o que ocorre quando o elenco de As Folhas do Cedro deixa lentamente o palco (...). Seguro da escrita e das emoções a transmitir, o dramaturgo, ele mesmo, coloca sua obra no palco, e o resultado é excelente (...). A cena de chuva é a síntese eloqüente de um espetáculo emotivo com um elenco exato”. Jefferson Del Rios (O Estado de São Paulo)
“Raramente assisti a uma peça em que todos os aspectos se conjugam para produzir um grande espetáculo teatral: direção, interpretação, iluminação, trilha e um texto eivado de delicadeza e sensibilidade”. Maria Adelaide Amaral (dramaturga e escritora)
“As Folhas do Cedro, como os textos de Yazbek, é bem escrito (...) A obra foi produzida, também, em homenagem à comemoração dos 130 anos da imigração libanesa no Brasil. E é uma bela homenagem, também, devido ao excelente espetáculo, o segundo dirigido por Yazbek a que assisti”. Maria Lúcia Candeias (Site Aplauso Brasil)
“O espetáculo, com texto e direção de Samir Yazbek, contagia pela universalidade das emoções e situações. Claro, aliada a uma delicadeza cênica de grande bom gosto (...) O grande êxito do diretor-dramaturgo (não há como separar as funções em Yazbek) foi o de dar ao espetáculo um certo toque fabuloso”. Tiago Gonçalves (Correio Popular)
“Yazbek, que também assina a direção, desenha uma encenação que transpira lirismo e singeleza (...) Trata-se de um espetáculo sensível, que se vale de uma trama simples para falar de coisas profundas, como a sempre bem vinda tentativa de se reatar laços que um dia foram rompidos”. Vinício Angelici (Site Stravaganza)

Autoria

  • 1988 - Uma Família à Procura de um Ator (Teatro)
  • 1994 - Arquipélago (Teatro)
  • 1998 - Antes do Fim (Teatro)
  • 1999 - O Fingidor (Teatro)
  • 2001 - A Terra Prometida (Teatro)
  • 2002 - O Regulamento (Teatro)
  • 2004 - A Entrevista (Teatro)
  • 2004 - A Máscara do Imperador (Teatro)
  • 2006 - O Invisível (Teatro)
  • 2006 - Vestígios (Televisão)
  • 2007 - O Fingidor (Televisão)
  • 2007 - Dialogos das Sombras (Teatro)
  • 2009 - A Noite do Barqueiro (Teatro)
  • 2010 - As Folhas do Cedro (Teatro)

Direção

  • 1998 - Antes do Fim (Teatro)
  • 1998 - Nossa Cidade, de Thornton Wilder (Teatro)
  • 1999 - O Fingidor (Teatro)
  • 1999 - A História de Tobias e Sara, de Paul Claudel (Teatro)
  • 2006 - Vestígios (Televisão)
  • 2007 - O Fingidor (Televisão)
  • 2009 - A Noite do Barqueiro (Teatro)
  • 2010 - As Folhas do Cedro (Teatro)

Publicações

  • 2000 - Uma Cena Brasileira (coletânea de depoimentos - organizador) - Editora Hucitec
  • 2004 - A Terra Prometida (peça) - Centro Cultural São Paulo (CCSP)
  • 2004 - O Fingidor (peça) - Editora Ática
  • 2006 - O Teatro de Samir Yazbek (peças O Fingidor, A Terra Prometida e A Entrevista) - Coleção Aplauso, da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo
  • 2008 - Os Gerentes (peça inédita) - Editora Unicamp
  • 2010 - O Último Profeta (peça inédita incluída no livro "Primos") - Editora Record
Fonte : SP Escola de Teatro (www.spescoladeteatro.org.br)

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Samir Yazbek



Nome completo Samir Yazbek
Data de nascimento 7 de setembro de 1967
Local de nascimento São Paulo/SP
Ocupação Dramaturgo e diretor
Página oficial
Samir Yazbek (São Paulo/SP, 1967) é dramaturgo e diretor.

Biografia

Samir Yazbek é dramaturgo e diretor teatral. Começou a fazer teatro como autor, diretor e ator amador. Aos 21 anos foi dirigido por Edson D´Santana, remanescente do Teatro de Arena, em um monólogo que escreveu e interpretou, "Uma Família à Procura de um Ator". Mais tarde ingressou no Centro de Pesquisa Teatral do SESC, coordenado por Antunes Filho, com quem trabalhou quase ininterruptamente por oito anos em atividades ligadas à dramaturgia. Na seqüência, por dois anos, foi assistente de dramaturgia do professor Antonio Januzelli, doutor em teatro, no Curso de Artes Cênicas da USP. Também foi professor de interpretação e dramaturgia em escolas particulares de São Paulo, além de ter lecionado por sete anos consecutivos na FACOM (Faculdade de Comunicação) da FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado), a matéria "Análise da Imagem III", correspondente ao ensino de teatro. Escreveu, entre outras peças: "O Fingidor", direção do autor, (Prêmio Shell/99 de melhor autor; selecionado para o Programa Nacional Biblioteca da Escola, do Governo Federal, que em 2004 distribuiu a peça para 475 mil alunos da rede pública de ensino; representante brasileiro do XXV Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica do Porto e do I Encontro Luso-brasileiro de Cultura, Serpa, Portugal; representante brasileiro no XX Festival de Cádiz, através de leitura dramática; entre os cem melhores espetáculos de teatro e dança, em edição comemorativa dos primeiros oito anos da revista Bravo!); "A Terra Prometida", direção de Luiz Arthur Nunes, (entre os dez melhores espetáculos de 2002, segundo o jornal O Globo; texto publicado pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo em 2004); "O Regulamento", direção de William Pereira; "A Máscara do Imperador", direção de William Pereira; "A Entrevista", direção de Marcelo Lazzaratto; "O Invisível", direção de Maucir Campanholi; “Diálogo das Sombras”, direção de Maucir Campanholi; “A Noite do Barqueiro”, direção do autor; “As Folhas do Cedro”, direção do autor. Por esta última, atualmente fazendo turnê por várias cidades brasileiras, recebeu os mais variados elogios da crítica especializada. É organizador de "Uma Cena Brasileira", da Editora Hucitec, coletânea de depoimentos de alguns dos mais importantes atores e atrizes brasileiros, tais como Eva Wilma, Juca de Oliveira, Laura Cardoso, Maria Alice Vergueiro, Paulo Autran, Raul Cortez, Renato Borghi e Walderez de Barros. Também é autor de "O Teatro de Samir Yazbek", lançado pela Coleção Aplauso, da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, com a edição de suas peças "O Fingidor", "A Terra Prometida" e "A Entrevista". Eventualmente escreve artigos para os jornais Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo e Revista Bravo!. Ministra oficinas de dramaturgia em instituições como Sesc e outras. Já participou dos principais festivais de teatro do país (Curitiba, São José do Rio Preto, Londrina, Brasília, Porto Alegre e Recife), como palestrante, oficineiro, lançando seus livros ou com a apresentação de seus espetáculos. Teve textos traduzidos para outras línguas, como "O Fingidor" (espanhol e francês), "A Terra Prometida" (espanhol e francês) e "A Entrevista" (inglês, espanhol e francês). Em 2007 foi ao ar pela TV Cultura, em parceria com a Rede SESC TV, o teleteatro "Vestígios", que escreveu e dirigiu, e em 2008 adaptou pela TV Cultura, em parceria com a Rede SESC TV, sua peça "O Fingidor", que também dirigiu. No mesmo ano, seu nome passou a figurar como verbete da Enciclopédia Itaú Cultural de Teatro, uma das mais prestigiadas da área. Consolidou, em 2007, com o ator Helio Cicero, a Companhia Teatral Arnesto nos Convidou. Em 2008 e 2010, respectivamente, foram publicadas duas peças suas, até então inéditas nos palcos: “Os Gerentes”, pela Editora Unicamp, e “O Último Profeta”, pela Editora Record, na coletânea de contos intitulada “Primos”. No momento, prepara a edição de sua peça “As Folhas do Cedro”, pela Editora Terceiro Nome, além de um espetáculo inspirado no mito de Fausto, com estreia prevista para 2011. Também estreará, em 2011, “A Última Miragem”, de sua autoria e direção, solo com Denise Del Vecchio, que teve pré-estreia no Festival de Teatro Porto Alegre em Cena / 2010.

Críticas

O FINGIDOR em SP
"O autor desvenda o íntimo de Fernando Pessoa nessas cenas divertidas, bem-humoradas, e que conseguem atingir, plenamente, o objetivo de revelar as outras facetas de sua personalidade. (...) E é esse Fernando Pessoa humanizado pelas suas próprias ações, e não apenas pela sua poesia ou pelos seus textos, que emerge em O Fingidor e encanta o público". Aguinaldo Ribeiro da Cunha (Diário de São Paulo)
"Escolha que promete dar dor de cabeça ao júri é a da categoria autor com Samir Yazbek pelo ótimo texto de O Fingidor, cuja montagem mereceria voltar ao cartaz. (...) O autor constrói sua peça sobre a relação fictícia entre o poeta Fernando Pessoa, um renomado crítico teatral e sua empregada, num espetáculo que nada tem de recital, mas provoca uma interessante discussão sobre o sentido da criação artística". Beth Néspoli (O Estado de São Paulo)
"Um momento de poesia e raro refinamento no teatro". Carmelinda Guimarães (A Tribuna de Santos)
"Texto e direção são originais, ao apresentar um poeta realmente fingidor, o que é narrado de modo intenso pelo elenco". Jefferson Del Rios (Revista Bravo)
"Samir Yazbek faz um espetáculo encantador pela simplicidade com que trama o imaginário e o 'real'". Mariângela Alves de Lima (O Estado de São Paulo)
"O Fingidor contempla o exemplo de ética que pautou a existência e a carreira de Fernando Pessoa, perseguidor incondicional das mais recônditas essências do ser humano. E o espetáculo procura fazer o mesmo, reservando fortes emoções sem jamais desbotar o lirismo. (...) Deliciosa e instigante ficção sobre Fernando Pessoa". Valmir Santos (Diário de Mogi)
O FINGIDOR no RJ
"O resultado é cuidadoso e transbordante de admiração e carinho". Bárbara Heliodora (O Globo)
"O achado permite o estabelecimento de uma curiosa relação, assim como o texto faculta à platéia uma visão abrangente da personalidade do poeta". Lionel Fischer (Tribuna da Imprensa)
"O texto poderia incorrer no reducionismo do recital poético, caso Samir Yazbek não o ampliasse até o plano de um texto teatral que o transforma em biógrafo de sua poética". Macksen Luiz (Jornal do Brasil)
O FINGIDOR em PORTUGAL
"Em termos gerais, a encenação de Samir Yazbek recupera de forma interessante a complexidade interior de Pessoa, através da utilização de diálogos labirínticos entre o poeta e os heterônimos Ricardo Reis, Álvaro de Campos e Alberto Caeiro (presenças constantes e geradoras de uma tensão dramática de agonia, volúvel e mortal) e brilha pelas excelentes interpretações de Helio Cicero, Douglas Simon e Denise Coutourké". Anastácio Neto (O Comércio)
A TERRA PROMETIDA em SP
"A Terra Prometida convida os espectadores à reflexão". Aguinaldo Ribeiro da Cunha (Diário de São Paulo)
"Quem quiser poesia, não deve deixar de ver (...) à montagem de A Terra Prometida, um poema dramático de Samir Yazbek de rara intensidade, uma discussão da condição humana conduzida com mestria pelos atores Luiz Damasceno e Marco Antônio Pâmio, dirigida (...) por Luiz Arthur Nunes." Alberto Guzik (Site Bravos Atores)
"O que poderia cair em um embate de ideologias acaba sendo o desvendamento recíproco de dois homens - quase tão perplexos com os 'desígnios' da história quanto os que esperamos por Godot." Caderno Mais (Folha de São Paulo)
"O texto brilhante é de Samir Yazbek, a mais nova revelação de dramaturgia do teatro brasileiro. (....) Yazbek tem a densidade humana e a competência para defender profundamente seus personagens, deixando transparecer todas as suas qualidades e falhas, sem maniqueísmos. É um autor original que foge do realismo piegas e egocentrista que costuma dominar a nova dramaturgia. Tem universalidade. Ainda vamos ouvir e ver muitas peças suas. Ele tem genialidade e conhece seu ofício!". Carmelinda Guimarães (A Tribuna de Santos)
"É um belo texto baseado no Livro do Êxodo, da Bíblia. Teatro que prende pela força das palavras e das idéias transmitidas por atores apaixonados". Jefferson Del Rios (Revista Bravo)
"Tudo gira em torno de um diálogo muito claro e sincero, que denota bastante talento do autor, a respeito do povo judaico e de sua procura pela terra prometida." Maria Lúcia Candeias (Gazeta Mercantil)
"Bem construídos, os diálogos revelam amadurecimento do autor ao colocá-los a serviços das idéias. O texto é tecido com diálogos curtos, envolvidos por camadas de silêncio, cuja soma resulta em uma partitura irônica, poética e musical a um só tempo". Marici Salomão (Revista Bravo)
"O público sai não comovido, mas preenchido. O espetáculo honra não só quem o faz, mas sobretudo quem o vê". Sérgio Salvia Coelho (Folha de São Paulo)
A TERRA PROMETIDA no RJ
"A singeleza da proposta, somada ao empenho do autor em explorar para um público contemporâneo as questões éticas tão relevantes no texto bíblico, torna sua tentativa muito mais bem sucedida do que tem sido alcançado com os Diálogos de Platão, por exemplo". Bárbara Heliodora (O Globo)
"Embora o texto de Yazbek se situe num contexto bíblico, sem dúvida ele o transcende, à medida que vários temas que aborda – fé, liberdade de escolha e os riscos da intolerância, entre outros – são inerentes aos tempos atuais. E cabe ainda ressaltar a pertinência de todos os argumentos dos personagens em conflito, invariavelmente expressos com clareza e em total sintonia com a personalidade dos personagens". Lionel Fischer (Tribuna da Imprensa)
"A Terra Prometida confirma Samir Yazbek como um autor bem mais do que promissor". Macksen Luiz (Jornal do Brasil)

Fonte : Site SP Escola de Teatro (www.spescoladeteatro.org.br)

Amanhã tem mais sobre esse importante dramaturgo do nosso país.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Trailer da peça teatral " ESCUTA AQUI, SEU LADRÃO! "


Trailer da peça "ESCUTA AQUI, SEU LADRÃO!", da obra de Paulo Sacaldassy; direção : EllysonMartins.
este é o link do trailerhttp://www.youtube.com/watch?v=czqxE3MQQ1I

Foi gravado neste último domingo, dia 07 / 08 / 11, o trailer da peça teatral " ESCUTA AQUI, SEU LADRÃO! ", do dramaturgo e escritor santista Paulo sacaldassy. A apresentação da peça está prevista para o fim deste mês de agosto, ou meados de setembro. Em anexo a esta matéria, está o link do trailer, sob a direção de Ellyson Martins e equipe.