segunda-feira, 25 de julho de 2011

Teatro de fantoches


Teatro de fantoches, teatro de bonecos ou teatro de marionetes é o termo que designa, no teatro, à apresentação feita com fantoches, marionetes ou bonecos de manipulação, em especial aqueles onde o palco, cortinas, cenários e demais caracteres próprios são construídos especialmente para a apresentação.

História

O Teatro de Bonecos é uma forma antiga de expressão artística orginada por volta de 3 mil anos atrás. Desde então, os bonecos foram usados para animar e comunicar ideias ou necessidades de várias sociedades humanas.
Alguns historiadores defendem que seu uso antecipou os atores no teatro. Evidências mostram que sua aplicação aconteceu no Egito em 2000 aC com o uso de figuras de madeira operadas com barbante. Bonecos articulados de marfim e argila controlados com cordões também foram encontrados nos tumbas egípcias. Os hieróglifos também descrevem "estátuas que caminham" usadas pelos antigos egípcios em peças teatrais religiosas.
Os escritos mais antigos sobre os bonecos são creditados a Xenofonte em registro datado de 422 aC.

Técnicas de manipulação

  • Robótica - manipulação com uso da tecnologia moderna
  • Bonecos habitáveis - o boneco é vestido pelo manipulador
  • Associação de gatilho - boneco é acionado à distância com técnica de vara de origem chinesa. Utiliza-se colete, o que permite ao ator trabalhar com bonecos maiores, mas com mãos livres para utilizar manetes e vara
  • Luva-mamulengo - a luva é uma dos tipos da manipulação direta, ou seja, o artista está diretamente ligado ao boneco. A palavra "mamulengo" é uma referência a um folguedo de Pernambuco
  • Objetos - incorporação de elementos para construção da narrativa
  • Títeres de vara - variação de origem chinesa, com utilização de grande número de varas em cada boneco para aumentar as possibilidades de movimento

Teatro de fantoches persa

Kheime'h-shab-bazi é o nome do tradicional teatro de fantoches persa, executado numa pequena câmera. Há duas pessoas envolvidas: o artista musical e um outro, denominado morshed. Os diálogos ocorrem entre o morshed e os bonecos. A forma de atuação, as caracterizações e as técnicas de redação dos textos tornam essa forma de teatro de bonecos única e opilanal entre as demais.
Uma variação desse teatro surgiu no Irã, durante a era Qajar, sendo ainda bastante popular naquele país. A ópera de bonecos "Rostam e Sohrab" é o exemplo mais notável desta arte no Irã atual.

Peças e teatros famosos

Fonte : Wikipédia, a enciclopédia livre.

domingo, 24 de julho de 2011

Os Embromation



A participação da plateia é fundamental para o grupo Os embromation. E os atores Evilásio de Andrade, Mauro Monezi e Tiago Gondim fazem sucesso com as tiradas rápidas a partir dos temas e situações propostas pelos espectadores. O grupo, que está em temporada sábados e domingos, às 20h, no Teatro Apolo, recebe os convidados Múcio Eduardo, do grupo Os magros em cena, e Anderson Machado, dos Doutores da Alegria. Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia). 

Fonte : Agenda do Recife

Nil Agra – Gravação do DVD – Comedia – 17 e 24.07

quinta-feira, 21 de julho de 2011

SONORA BRASIL - CIRCUITO 2011/2012 apresenta CAIXEIRAS DO DIVINO (MA)








O Sonora Brasil – Formação de Ouvintes Musicais 
é um projeto temático que tem como objetivo desenvolver programações 
identificadas com o desenvolvimento histórico da música no Brasil.

Sagrados Mistérios: vozes do Brasil apresenta 
repertório da música vocal presente nas festividades populares em devoção às 
entidades religiosas, trazendo os cânticos das Caixeiras do Divino (MA), da
Comitiva de São Benedito da Marujada de Bragança (PA) e da Banda de Congo Panela 
de Barro (ES). Representando a música de concerto, o Quarteto Colonial (RJ) 
apresenta repertório composto pelos mestres de capela para o ofício religioso da 
igreja católica e a obra de compositores modernos e contemporâneos inspirada 
nesse universo.

Dia : 23 de julho/ 2011

Horário : 20hs

Local : Escola Frei Cassiano Commacchio, em Belo Jardim- PE

Realização :  Sesc Ler de Belo Jardim.

Fonte : Blog Sesc Ler/ Maranhão

Diretora lamenta a situação do Teatro Luiz Souto Dourado



Ao término do espetáculo teatral “Frei Molambo”, na noite desta quarta-feira (20), dentro da programação do FIG, a diretora da peça, Suely Rodrigues, interagiu com o público e lamentou a situação do Teatro Luiz Souto Dourado (foto), que fica no Centro Cultural Alfredo Leite Cavalcanti. Ela é garanhuense, mas mora há 20 anos em Roraima.
“Fico feliz em voltar aqui depois de 20 anos e vê esse Teatro lotado. Me entristece é vê que ele ainda está do mesmo jeito de tempos atrás, quando já precisava de melhorias. Será que Garanhuns não vai ter nenhum prefeito que vai ser mais sensível a esse belo espaço e vai investir em seus necessários reparos?”, questionou Suely, que foi muito aplaudida.

Fonte : Blog Agenda Garanhuns

quarta-feira, 20 de julho de 2011

A garanhuense Suely dirige o espetáculo Frei Molambo



Montado pelo grupo Raízes do Porto (Porto Velho-RO), o espetáculo “Frei Molambo” é dirigido por Suely Rodrigues, que é nascida em Garanhuns. Logo mais a partir das 19h, desta quarta-feira (20), o monólogo estará sendo encenado no Centro Cultural Alfredo Leite Cavalcanti. O texto foi escrito em 1960, pela escritora paraibana Lourdes Ramalho. No enredo, o ser humano é questionado através da figura de um frei andarilho.
SINOPSE – Frei Rolando, um cavalheiro bíblico, mítico, decide sair mundo afora pregando e ensinando aos povos as profecias bíblicas e anunciando o apocalipse, atraindo para si multidões. Como homem, ameaça e suplica. Assim, faz acordo com seu anjo protetor que para cada erro cometido em sua jornada, dará um rasgão em sua roupa. Fustigando fraquezas alheias e erros da igreja, se deblatera impiedosamente, rasgando-se, até encontrar um ser misterioso que o transformará e o tornará humilde, divinamente humano ou… humanamente divino.

Fonte : Blog Agenda Garanhuns






 

Coletivo Lugar Comum apresenta encontro de performances no FIG 2011

                O Coletivo Lugar Comum apresenta um encontro de solos, unindo diferentes linguagens, nesta quinta (21), às 17h, em Garanhuns, dentro da programação do FIG 2011. A ideia é mergulhar em vários ambientes Casa das Artes, entrelaçando as propostas artísticas de algumas das integrantes do Coletivo com o público presente. A entrada é gratuita.
                A mostra terá a participação da iluminadora Luciana Raposo e das bailarinas Liana Gesteira, com o trabalho Topografias do Feminino; Maria Agrelli, com Pé de Saudade e Silvia Góes, com a performance OSSevaO.

Coletivo Lugar Comum

O Coletivo Lugar Comum (PE) atua desde agosto de 2007, reunindo artistas de diferentes linguagens do Recife. Inquietos com as dificuldades da produção em dança e suas necessidades artísticas, de criação, aperfeiçoamento, troca com a sociedade, o grupo resolveu criar o Coletivo Lugar Comum. Juntos esses artistas se revezam, dando aulas uns para os outros, colaborando nas criações, na produção de projetos, na discussão de textos, entre outras atividades artístico-culturais.

Topografias do Feminino

Sinopse - A performance, criada pela bailarina Liana Gesteira em 2011, é uma investigação sobre gênero e identidade, que traz a tona uma reflexão da relação da mulher com o seu próprio corpo.

O corpo feminino como um território saturado de significados, sensações e simbologias. Um território habitado por heranças e narrativas. Uma topografia constituída com vulcões em estado de erupção, e também por espaços inabitados como um deserto. Um território que ecoa o som mais profundo de um abismo, ou a melodia mais singela de um riacho driblando as pedras em seu caminho. Constituído de carne e devires é o corpo-território feminino.
  
Pé de Saudade

Sinopse - Performance criada pela bailarina Maria Agrelli, que compartilha com o público a sensação da saudade, a memória que vira parte inextricável do próprio corpo. Um corpo-poesia, usando como metáfora uma árvore que deixa escorrer, doer, cair, respirar, em suas folhas-troncos-raízes, o movimento da vida. Deixar ir, desapegar, repartir, ficando enraizada a saudade, ela mesma o sentido de tudo. Um pé de saudade roxa se revelando aos poucos também dentro dos corpos que a tocam no caminho.
  
OSSevaO

Sinopse - Como libertar nosso corpo-palavra? Poetizar os sons, lapidar as letras até a rima primeira, indizível? Encontrar em meio aos garranchos acumulados no tempo aquele primeiro nome escrito antes da vida? Como reescrever outros textos livres nesse corpo já desertado, esvaziado, roubado de sua alma, desnudando sua densidade, textura, viscosidade, chegando ao outro como ele mesmo, arquétipo coletivo, totalmente despido e onde tudo cabe mais uma vez, exalando palavras invisíveis sem língua, liberando forças inconscientes que circulam à flor da pele? A performance proposta pela bailarina Silvia Góes é uma busca, um corpo que procura o seu avesso, proporcionando novas descobertas a cada contato, a cada encontro... Corpo não-eu, corpo tu, corpo nós, corpo sermos e não-sermos, gerundiando a lida.

Fonte : Silvinha Góes.